ARIAS, A B. 1995. Distancias de siembra para palmito de pejibaye. Guia Agropecuaria de Costa Rica, v.12, n.26, p.40-42
Estudos feitos sobre espaçamentos utilizados no cultivo da pupunha para produção de palmito em Costa Rica, os quais variam de 1,5m x 0,5m a 2,5m x 2,5m. Tendo como maior rendimento industrial o espaçamento de 2,0m x 2,0m. O espaçamento 2,0m x 0,5m é superior ao tradicional 2,0m x 1,0m, com aproveitamento de 10.000 cepas/ha.
ARIAS M., O.; HUETE, V.F. 1983. Propagación vegetativa in vitro de pejibaye (Bactris gasipaes H.B.K.). Turrialba, v.33, n.2, p.103-108.
Apresentação de uma metodologia de propagação vegetativa da pupunha por cultura de tecido. A produção de calos se processou pelo cultivo do meristema apical modificado de Murashige & Skoog, utilizando-se o ácido 2.4-Diclorofenoxiacético e 6-Benzilaminopurina e ácido naftalenacético e cinetina aleatoriamente. A produção de plântulas foi induzida à luz em método sem hormônios.
ARIAS M., O. 1979. Efecto del flurenol en la produccíón de hijos laterales de pejibaye (Bactris gasipaes H.B.K.).
Agronomia Costarrisense, v.3, n.9, p.47-52
Em plantas jovens de pupunha foi estudado o efeito de três doses diferentes de flurenol (10ppm, 100ppm e 200ppm) para verificar a evolução e capacidade na promoção lateral de brotos. Quarenta e dois dias depois foi observado que o tratamento com 10ppm havia efetivado a indução lateral de brotos, com 200 ppm houve inibição e com 100ppm produziu uma resposta intermediária. A análise visual do corte longitudinal da base do calo mostrou a origem endógena das raízes e o desenvolvimento exógeno de brotos laterais.
ARKCOLL, D.B. 1982. Algumas considerações adicionais sobre adubação na Amazônia. Manaus: INPA. 8p
O trabalho traz um estudo sobre as reservas de nutrientes dos solos da Amazônia (terra firme e várzea), os nutrientes em vários produtos agrícola e resultados de alguns experimentos de fertilidade dos solos com a pupunha, mandioca e fruta-pão. São apresentados os efeitos de doses de NPK no crescimento das plantas de pupunha.
ASBANA (San José, Costa Rica). 1980. Tercer Repor Anual 1979-1980. San José. Proyecto Pejibaye. p.14-24
Pesquisa realizada sobre o cultivo da pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) para exploração agroindustrial do palmito e do fruto. Os parâmetros analisados foram os aspectos ecológicos, agronômicos e industriais da planta, com o objetivo de: a) determinar o efeito da poda da raiz sobre transplantio; b) medir o efeito de diferentes doses de hormônio enraízadores; c) determinar a conveniência ou não do transplantio com ou sem adubo; d) correlacionar o número de sobrevivência de plantas com a poda de raiz; e) correlacionar poda de raiz, tratamento com hormônio, planta com raiz nua sem poda, com o crescimento da planta; f) determinar o número de dias o número ideal de dias para manter a planta em condições naturais, sem transplantio, sem que perca a viabilidade; e g) determinar as diferenças de transplante em plantas com diferentes idades.
BARRUETO CID, L.P. 1986. Bases preliminares para a indução de raízes em perfilhos de pupunheira (Bactris gasipaes H.B.K.). Manaus: EMBRAPA-UEPAE Manaus. 2p. (EMBRAPA-UEPAE Manaus. Pesquisa em Andamento,74).
Foram pesquisados fatores relacionados à eficiência do ácido indol-butirico em solução de benomil (0,05%) no enraizamento de brotações basais (perfilhos) de plantas de pupunheira. Os perfilhos com altura de 20cm e 80cm foram separados dos estipes. A massa de tecido paternal remanescente foi isolada e eliminada da parte inferior dos mesmos, procedendo-se, então, a imersão dos perfilhos em uma solução de benomyl (0,05%), por 5seg. A indução de raízes na região basal foi feita através da inserção de dois palitos, previamente mantidos em uma solução de ácido indolil-3-butirico (AIB), a 0,1%, por 6h. Os perfilhos tratados foram plantados em cativeiros de areia, cobertos com tela. Ao todo foram feitos, separadamente, três ensaios de 20 perfilhos cada um, sendo que, em cada caso, cinco perfilhos ficaram como controle. A transferência das mudas para o saco de polietileno com terriço, ocorreu entre a sétima e a décima terceira semana. O enraizamento variou com o estado fitossanitário, tamanho e a idade do material. Os três ensaios realizados com a utilização de AIB mostraram médias de enraizamento da ordem 40%, 40% e 46%, respectivamente. Essas porcentagens podem ser aumentadas com uma melhor escolha do material a enraizar, considerando-se os aspectos fisiológicos e genéticos. Dentre os fisiológicos citam-se: idade dos perfilhos, numero de folhas, concentração e forma de aplicação hormonal, aplicação de adubo foliar, sombreamento, tipo de substrato e regime de irrigação. Os aspectos genéticos englobam: seleção de material de alta capacidade de enraizamento, seleção de boas matrizes para boa produção e/ou resistência a pragas e doenças, presença ou não de caroço no fruto, entre outros.
BLAAK, G. 1980. Vegetative propagation of pejibaye (Bactris gasipaes H.B.K.). Turrialba, v.30, n.3, p.258-261
Descrição dos métodos de propagação vegetativa de plantas jovens de pupunheira, por meio da eliminação da dominância apical por eliminação do botão terminal, que resultou em brotos laterais, em seis semanas. É essencial que seja conservado, pelo menos, uma folha mais velha nas mudas após a renovação da gema apical para suprir de produtos fotoassimilados, indispensáveis durante os primeiros estágios de formação do broto. Indicam-se também as implicações comerciais das palmeiras sem espinhos em relação à produção dos frutos e do palmito.
BOGANTES, A.; AGÜERO, R. 1998. Manejo de malezas en pejibaye. Agronomía Mesoamericana, v.9, n.2, p.139-146.
Manejo de ervas daninhas em pupunha. A pupunha é uma planta cuja uso na Mesoamérica data de tempos pré-colombianos. No entanto, o manejo de plantações extensivas é recente, em especial para a produção de palmito. Quando cresce no trópico úmido, a pupunha enfrenta a interferência forte de ervas daninhas. A informação sobre o manejo destas plantas em plantios de pupunha é escassa e está distribuida em publicações de circulação limitada. A presente revisão foi feita com a intensão de reunir o conhecimento existente, de mode que o documento pode apoiar esforços futuros para o desenvolvimento de estratégias de manejo desta vegetação espontânea.
BONACCINI, L.A. 1997. Produza palmito: a cultura da pupunha. Cuiabá: SEBRAE-MT. 100p. (SEBRAE-MT. Coleção Agroindústria, 12).
Uma visão geral da pupunha, reunindo várias informações, como: características da pupunha, descrição botânica, aspectos da implantação da cultura, produção de mudas, Sistema de Produção I - baixo uso de tecnologia, Sistema de Produção II - sistemas agroflorestais, Sistema de Produção III - alto nível de tecnologia, custos de produção, industrialização do palmito e aspectos legais para a comercialização.
BOVI, M.L.A. 1999. Manejo agronômico de pupunheira: conhecimentos atuais e necessidades. In: SEMINÁRIO DO AGRONEGOCIO, 1., 1999, Porto Velho. Palmito de pupunha na Amazônia: anais. Porto Velho: Embrapa Rondônia/Sebrae-RO. p.44-56.
Apresentação, de forma simples: a) o material e a tecnologia (recomendados pelo IAC), atualmente disponíveis para o cultivo (características gerais da pupunha para palmito, clima, solo, formação de mudas, colheita de frutos, retirada e preparo das sementes, semeadura e germinação, transplante em viveiro, repicagem e seleção, tratos culturais em viveiro, pragas, doenças e predadores em viveiro, dentre outros) da pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.), b) descrição das principais demandas em pesquisa; c) as principais necessidades – atuais e futuras.
BOVI, M.L.A.; BARBOSA, A.M.M.; SPIERING, S.H. 1994. Adubação NPK na formação de mudas de pupunheira. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FURTICULTURA, 13., 1994, Salvador. Resumos... Salvador: SBF. v.3, p.1141-1142. Resumo 457
A pupunheira (Bactris gasipaes H.B.K.) vem sendo cultivada em várias regiões do Brasil visando a exploração racional de palmito. O processo utilizado para plantio é através de mudas, produzidas em viveiro, com níveis variados de insolação. A germinação, normalmente, ocorre entre 45 a 150 dias, e a formação de mudas, de 10 a 12 meses. Tentativas têm sido feitas para encurtar esse período, quer através de processos que agilizem a germinação, quer por meio de diferentes substratos e adubações (químicas e orgânicas), que apressem o desenvolvimento das plantas. No presente trabalho é relatado o efeito de adubação NPK sobre o desenvolvimento de mudas dessa palmeira em condições de viveiro, com 50% de insolação, localizado no Centro Experimental de Campinas, Estado de São Paulo (Brasil). Foram estabelecidos dois experimentos: um com adição de calcário dolomítico (2,5g/2.500ml de substrato) e outro sem utilização, em ambos os experimentos, quatro níveis de cada elementos (variando de 0g/kg a 2g/kg de N; Og/kg a 2g/kg de P205 e 0g/kg a 1,2g/kg de K2O), em um delineamento fatorial fracionado, com um total de 32 tratamentos, dispostos em dois blocos e oito plantas por parcela. Foram utilizados sacos de polietileno preto, de 250ml, medindo 15,5cm x 20,0cm, com furos na parte inferior. Usou-se mistura de solo argiloso e arenoso (3:1, v/v), acrescido de 10% de esterco de curral, adicionando-se a quantidade de adubo necessária para a obtenção dos diferentes níveis. Como fonte de fósforo utilizou-se superfosfato triplo, e de potássio (cloreto de potássio). A adubação nitrogenada foi parcelada em até 125 dias, utilizando-se como fontes: nitrato de amônio, sulfato de amônio e nitrato de cálcio. Realizou-se análise química do solo antes e após o recebimento dos tratamentos. As sementes de pupunha para a realização do experimento foram germinadas em sacos de plástico, com vermiculita umedecida, e transplantada, no estádio de uma folha aberta, para os recipientes de plástico cheios, há, pelo menos, duas semanas. O desenvolvimento das plantas foi verificado através de medições periódicas, envolvendo os caracteres: diâmetro da planta no coleto, altura total até a inserção da folha mais nova, comprimento da folha e número de folhas verdes. A percentagem de sobrevivência em cada período foi avaliada, fazendo-se também anotações comparativas sobre o estado geral das mudas em cada tratamento. Após 11 meses, foram realizadas mensurações destrutivas em plantas de cada tratamento. Avaliaram-se, nessa oportunidade, a massa fresca e seca da parte aérea e do sistema radicular e o comprimento de três raízes principais. Os dados foram analisados estatisticamente, obtendo-se coeficientes de variação baixos para as medidas não destrutivas e médios para as destrutivas. Não houve resposta positiva à aplicação de calcário. A adubação nitrogenada, mesmo parcelada, mostrou efeitos negativos, evidenciando que a incorporação de 10% de esterco de curral ao substrato é suficiente para atender as exigências em N da planta. Houve interação entre os elementos nitrogênio e potássio, para a maior parte das variáveis analisadas, apenas quando da adição de calcário. Foram obtidos efeitos lineares e quadráticos significativos para fósforo, com a dose de 1,0g/planta (equivalente à cerca de 200ppm na solução do solo), sendo superior às demais, tanto para o desenvolvimento aéreo, como, principalmente, do sistema radicular de mudas de pupunheira. Recomendações de dosagens ótima e econômica para adubação de formação de mudas da pupunheira são apresentadas, bem como sugestões para estudos nessa área.
BOVI, M.L.A.; BARBOSA, A.M.M.; SPIERING, S.M.; CONSOLINI, F. 1994. Uso de resíduos orgânicos na formação de mudas de pupunha. Horticultura Brasileira, v.12, n.1. Resumo 030.
No presente trabalho foi avaliado o efeito de quatro tipos de matéria orgânica (esterco de curral, composto de lixo, composto de resíduo de usina de algodão e turfa), em quatro proporções (0% v/v, 5% v/v, 10% v/v e 15% v/v) na formação de mudas em viveiro com 50% de insolação. Usou-se o delineamento em blocos ao acaso, em um esquema fatorial de 4 x 4, com quatro repetições e cinco plantas por parcela. Avaliações de crescimento foram realizadas aos 5, 8 e 11 meses, seguida de análise destrutiva das plantas. Concluiu-se que o composto de algodão e o esterco foram superiores aos demais, apresentando relações lineares positivas entre dosagens e respostas. O composto de lixo mostrou efeito depressivo em dosagens maiores que 5% para a parte aérea, mas não para o sistema radicular. O pior resultado foi com turfa.
BOVI, M.L.A.; CHAVEZ FLORES, W.B.; SPIERING, S.H. 1994. Seed germination of progenies of Bactris gasipaes: percentage, speed and duration. Ornamental palms. Acta Horticulturae, n.360, p.157-16
Este artigo apresenta resultados sobre o tamanho do fruto e a germinação das sementes de uma população de pupunha da região de Yurimaguas-Peru, com o objetivo de fornecer informação útil ao melhoramento da espécie para produção de palmito. Em 268 progênies sob condições de laboratório foram avaliados, inicialmente, o peso médio das sementes. Periodicamente, foi contado o número de sementes germinadas, ao longo de doze meses. Grande variabilidade foi observada entre as progênies para todos os caracteres avaliados: tamanho e forma dos frutos e das sementes, cor do fruto maduro, e características de germinação. A percentagem de germinação variou de 0% a 100%. O índice de velocidade de germinação variou de 0.01% a 2.55%. A duração média da germinação variou de 38 a 133 dias. Algumas pragas e doenças foram encontrados nas sementes de algumas progênies, presença sempre associada ao baixo índice de germinação. Não foram encontradas correlações significativas entre o peso médio da semente e os outros caracteres avaliados.
BOVI, M.L.A. 1992. Palmito pupunha – informações básicas para o cultivo. Campinas: IAC. 10p.
Recomendações básicas para o cultivo da pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) em São Paulo (Brasil).
BOVI, M.L.A.; GODOY JUNIOR, G.; SAÉS, L.A. 1987. Pesquisas com os gêneros Euterpe e Bactris no Instituto Agronômico de Campinas. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISADORES EM PALMITO, 1., 1987, Curitiba. Anais... Curitiba: EMBRAPA-CNPF. p.129-174. E em O Agronômico, v.39, n.2, p.129-174
O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) vem desenvolvendo uma série de pesquisas com pupunha e juçara, principalmente nas áreas de melhoramento genético e fitotecnia, envolvendo ecologia, sementes, mudas, implantação da cultura, manejo de formações nativas e plantios, doenças, pragas, delineamentos experimentais e parâmetros de avaliação.
BRINKMANN, W.L.F.; VIEIRA, A.N. 1971. The effect of burning on germination of seeds at different soil depths of various tropical tree species. Turrialba, Costa Rica, v.21, n.1, p.77-82
Tentando verificar o efeito da queimada sobre a germinação de sementes, foram observadas 1550 sementes de várias essências tropicais após exposição ao calor da queimada em diferentes profundidades no solo. Cerca de 50% das sementes foram inutilizadas por ataque de fungos e/ou insetos. À profundidade de 2cm, 100% das sementes foram mortas pelo calor da queimada; a 5cm, 80%-100% também foram esterilizadas pelo calor. Essa constatação permite supor que a regeneração espontânea da floresta em terras submetidas a queimadas depende exclusivamente da sobrevivência das sementes caídas ao solo após a queimada, o que, praticamente, destituí o valor econômico sob o ponto de vista de manejo florestal, em vista da heterogeneidade e do pequeno valor comercial da maioria das espécies.
CALZADA, B.J.; BERMUDEZ, R.J.; BAUTISTA, C.V. 1977. El pijuayo Guilielma gasipaes H.B.K. o Bactris gasipaes. La molina: Universidad Nacional Agrária. 10p. (Universidade de la Molina. Informativo, 23). Programa de Frutales Nativas.
Apresentação de alguns nomes comuns da pupunha em diversas localidades da América Latina. O fruto, rico em vitaminas, açucares, proteínas e minerais, constitui um dos melhores alimentos tropicais. A palmeira, originária da selva amazônica, pertence à família Palmaceae, é adaptada ao clima tropical úmido, solos arenosos de pH 4 a 6. O seu cultivo requer algumas recomendações quanto ao clima, solo, propagação, fertilização. São transcritos, no documento, época e lugar de aplicação de fertilizantes, controle fitossanitário, uso do fruto e o valor nutritivo.
CALZAVARA, B.B.G. 1987. Pupunheira. Belém: EMBRAPA-CPATU. 6p. (EMBRAPA-CPATU. Recomendações Básicas, 2).
A pupunheira faz parte do folclore de inúmeras tribos indígenas do trópico úmido americano, pela utilização de seus frutos, reconhecidos de alto valor nutritivo ou em muitos casos, na extração de óleo para cozinha, além de produzir um palmito de boa qualidade. São recomendados estudos de clima e solo, variedades, ciclo vegetativo, métodos de propagação por semente por mudas, preparo de área, espaçamento, plantio, tratos culturais, fenação, colheita, produção e consorciação com abacaxizeiro, maracujazeiro, hortaliças e outras.
CANTARELLA, H.; BOVI, M.I.L. 1995. Extração e reciclagem de nutrientes em plantas de pupunha. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 25., 1995, Viçosa. Resumos expandidos... Viçosa: UFV/SBCS. p.788-790
Foram feitas avaliações de nutrientes presentes na parte aérea das plantas de pupunha em experimento conduzido em Ubatuba-SP, em solo arenoso. As plantas foram cortadas aos três anos de idade, e avaliadas as massas seca e fresca de cada parte da planta, de onde se obtiveram teores totais de N, P, K, Ca, Mg, Fe, Cu, Zn e B. As doses a mais de NPK variaram de 0kg/ha a 400kg/ha de N; 0kg/ha a 200kg/ha de P205 e 200kg/ha de K20. As produções variaram: de matéria seca da planta de 7t/ha a 32t/há; de material fresco de palmito + coração de 1260kg/ha a 5220kg/ha. O palmito continha cerca de 7% de matéria seca. Observou-se que 86% de N, 80% de P e 74% de K permaneceram no campo. Os dados preliminares mostraram acentuada resposta da pupunha a N, o que sugere ser importante a reposição das quantidades apreciáveis de N, que poderá sofrer perdas no campo, e de K exportados em maiores quantidades.
CARDOSO, W. 1944. Sementeiras em serragem. Boletim da Seção de Fomento Agrícola no Estado do Pará, v.3, n.2, p.27-33
Técnica do emprego de serragem como meio para a germinação de sementes de determinadas espécies de plantas, entre elas a pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.). O documento aborda com ao período de germinação.
CARVALHO, J. G.; MATOS, A. O.; GUERREIRO, M.J.B.; VARGAS, J. A. 1995. Relação CL: S em pupunha (Bactris gasipaes) cultivada em areia e solução nutritiva. In. CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 25., 1995, Viçosa. Resumos expandidos... Viçosa: UFV/SBCS. p.1023-1025
Com objetivo de se estudar a relação CL: S na pupunheira conduziu-se um experimento em casa de vegetação. As plantas foram cultivadas em vasos e receberam soluções nutritivas com diferentes gradações de CL: So 4, que variou de 0,5: 1 a 1,25: 0,25 em seis relações intermediárias. Nas relações onde nutrientes foram omitidos, ocorreram sintomas de deficiências de CL ou S. Os sintomas de deficiência de S apareceram após cinco semanas. O crescimento na relação 1,5: 0 foi seriamente afetado por falta de S. Sintomas de deficiência de CL surgiram seis semanas após transplante na relação 0:1,5.
CARVALHO, J.E.U. de; MÜLLER, C.H. 1998. Níveis de tolerância e letal de umidade em sementes de pupunheira, Bactris gasipaes. Revista Brasileira de Fruticultura, v.20, n.3, p.283-289
Sementes de pupunha foram submetidas a dessecamento em ambiente com ar condicionado (23ºC±1ºC e umidade relativa do ar de 72%±5%), com o objetivo de determinar os níveis de tolerância e letal e letal de umidade, assim como verificar as implicações do dessecamento sobre o tempo médio e a uniformidade de germinação. A exposição das sementes nesse ambiente, durante 0 (testemunha), 24h, 48h, 72h, 96h, 120h e 1687h, possibilitou a obtenção dos seguintes graus de umidade: 48,0%, 36,8%, 30,9%, 22,7%, 20,2%, 15,8% e 12,6%., respectivamente. Imediatamente após o período de secagem, as sementes foram semeadas em uma mistura de substrato de areia e serragem. Os testes de germinação foram conduzidos em condições de temperatura ambiente (26,6ºC, em média), com quatro repetições de 50 semente, com duração de 120 dias. Os resultados obtidos evidenciaram que as sementes de pupunha suportam dessecamento até a um nível em torno 30% de umidade (nível de tolerância), sem que haja comprometimento germinativo. Níveis mais baixos prejudicaram a germinação, com perda total da capacidade germinativa quando atingiram umidade próxima a 12% (nível letal).
CARVALHO, J.E.U. de; MÜLLER, C.H. 1998. Níveis de tolerância e letal de umidade em sementes de pupunheira, Bactris gasipaes. Revista Brasileira de Fruticultura, v.20, n.3, p.283-289
Sementes de pupunha foram submetidas a dessecamento em ambiente com ar condicionado (23ºC±1ºC e umidade relativa do ar de 72%±5%), com o objetivo de determinar os níveis de tolerância e letal e letal de umidade, assim como verificar as implicações do dessecamento sobre o tempo médio e a uniformidade de germinação. A exposição das sementes nesse ambiente, durante 0 (testemunha), 24h, 48h, 72h, 96h, 120h e 1687h, possibilitou a obtenção dos seguintes graus de umidade: 48,0%, 36,8%, 30,9%, 22,7%, 20,2%, 15,8% e 12,6%., respectivamente. Imediatamente após o período de secagem, as sementes foram semeadas em uma mistura de substrato de areia e serragem. Os testes de germinação foram conduzidos em condições de temperatura ambiente (26,6ºC, em média), com quatro repetições de 50 semente, com duração de 120 dias. Os resultados obtidos evidenciaram que as sementes de pupunha suportam dessecamento até a um nível em torno 30% de umidade (nível de tolerância), sem que haja comprometimento germinativo. Níveis mais baixos prejudicaram a germinação, com perda total da capacidade germinativa quando atingiram umidade próxima a 12% (nível letal).
CARVALHO, J.G.; MATOS, A.O.; GUERRERO, J.B.; VARGAS, J.A. 1996. Efeito da relação Cl:S no teor de macronutrientes em pupunha cultivada em areia e solução nutritiva. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 22., l996, Manaus. Resumos expandidos... Manaus: UA. p.654
A pupunheira (Bactris gasipaes) é uma palmeira de ciclo perene e perfilhação abundante originária da América. Este experimento teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes relações Cl:S no teor de macronutrientes na pupunha. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em vasos de plástico preenchidos com 4,5kg de areia de rio. Plântulas de pupunha (uma/vaso) foram transplantadas, aplicando-se, uma semana depois, 1/3 da dose de solução correspondente aos tratamentos. Após 15 dias, a areia de cada vaso foi lavada e, no dia seguinte , aplicada a dose total dos tratamentos. Após 180 dias de cultivo, as plantas foram colhidas e os teores de nutrientes determinados. Os tratamentos afetaram os teores de N e S nas folhas, que diminuíram à medida que diminuíram os níveis de S na solução. No caule foram afetados os teores de P, Ca e S que, de modo semelhante ao que ocorreu na folha, acompanharam o decréscimo do nível de S na solução. Nas raízes os teores de todos os nutrientes foram afetados pelos tratamentos e decresceram com a queda do nível de S na solução. As plantas que apresentaram maior crescimento (relação Cl:S = 0,5: 1,0) apresentaram os seguintes teores de nutrientes nas folhas N=24,80; P=2,68; K=16,23; Ca=6,80 Mg=3,08 e S=3,33.
CARVALHO, J.G.; MATOS, A. O.; GUERREIRO, M.J.B.; VARGAS, J. A. 1995. Relação CL: S em pupunha (Bactris gasipaes) cultivada em areia e solução nutritiva. In. CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 25., 1995, Viçosa. Resumos expandidos... Viçosa: UFV/SBCS. p.1023-1025
Com objetivo de se estudar a relação CL: S na pupunheira conduziu-se um experimento em casa de vegetação. As plantas foram cultivadas em vasos e receberam soluções nutritivas com diferentes gradações de CL: So 4, que variou de 0,5: 1 a 1,25: 0,25 em seis relações intermediárias. Nas relações onde nutrientes foram omitidos, ocorreram sintomas de deficiências de CL ou S. Os sintomas de deficiência de S apareceram após cinco semanas. O crescimento na relação 1,5: 0 foi seriamente afetado por falta de S. Sintomas de deficiência de CL surgiram seis semanas após transplante na relação 0:1,5.
CEPLAC. Centro de Pesquisas do Cacau (Ilhéus, BA). 1997? Alternativas para diversificação agroeconômica da região sudeste da Bahia – pupunha. Ilhéus. Folder.
Informações sobre as variedades, clima, solo, escolha e preparo de área, produção de mudas, plantio, tratos culturais e fitossanitários, colheita e rendimento de pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) na Bahia (Brasil).
CHALA C., V.H. 1993. Eveluación de 8 densidades de siembra de Bactris gasipaes H.B.K. para la producción de palmito en la region amazónica ecuatoriana. In: CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE BIOLOGIA, AGRONOMIA, E INDUSTRIALIZACION DEL PIJUAYO, 4., 1991, Iquitos. 4. Congreso Internacional de Biologia, Agronomia e Industrialización del Pijuayo. San José: Universidad de Costa Rica. p.255-265
Estão sendo estadas oito densidades de plantio de pupunha na Estação Experimental do INIAP na região amazônica de Payamino (Equador), para encontrar a mais adequada para produção de palmito. O primeiro corte foi realizado um ano após o transplantio, e o último, onze meses depois. Os tratamentos com maior população de plantas produziram mais kg/palmito industrial/ha, destacando-se o tratamento com 16666 plantas/ha, que produziu 2989kg/ha.
CHAVEZ FLORES, W.B.; GOMES, J.B.M. 1986. A pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.): cultura e manejo. Manaus: INPA. Trabalho apresentado no Curso de Produção de Mudas e Cultivo de Frutíferas, 1986, Manaus, AM, Brasil.
Trabalho sobre o cultivo e manejo da pupunha em Manaus, Amazonas (Brasil).
CLEMENT, C.R. 1993. Pejibaye palmito at high planting density: results and suggestions. In: CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE BIOLOGIA, AGRONOMIA, E INDUSTRIALIZACION DEL PIJUAYO, 4., 1991, Iquitos. 4. Congreso Internacional de Biologia, Agronomia e Industrialización del Pijuayo. San José: Universidad de Costa Rica. p.237-253
A determinação da produtividade de palmito e a resposta da planta aos tratamentos agronômicos em alta densidade de plantio requerem informações mais detalhadas, que as colhidas dos ensaios para palmito, até a presente data. Uma revisão rápida dos resultados obtidos com dendê (Elaeis guineensis Jacq.) demonstra a informação necessária e metodologia utilizada. Os resultados obtidos dos ensaios de pupunha para palmito são apresentados. Embora os resultados sejam deficientes e que seja impossível comparara adequadamente os ensaios, muitas das tendências observadas em crescimento e seis produtividade da pupunha são similares às de dendê. É apresentada a metodologia de análise de crescimento para pupunha. São sugeridos critérios uniformes para avaliação dos ensaios de pupunha para palmito.
CLEMENT, C.R. 1989. A pupunha (Bactris gasipaes H. B. K.) Palmae. Manaus: INPA. 90p.
A pupunheira merece destaque na agricultura tropical devido aos múltiplos usos de seu fruto e ao seu excelente palmito. O trabalho visa informar o estado atual de conhecimento de interesse direto ao pesquisador e ao extensionista. São descritos o histórico, taxonomia, distribuição geográfica, ecologia, uso da planta e do fruto, cultivo, manejo, tratos culturais, armazenamento do fruto, aspectos sócio-econômicos e mercado.
CLEMENT, C.R. 1989. Hight density experimentation in oil palm and pejibaye. Manaus: INPA. 13p. Trabalho apresentado na "Consultoria Internacional sobre Palmito, San Pedro Sula, Honduras, 1989.
Uma revisão sobre os experimentos, os impactos no meio ambiente, rendimentos ao produtor em cultivos adensados de palmeiras oleaginosas, entre elas a pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.). Foram estudados os efeitos sobre a taxa de crescimento, incremento de matéria seca, produção de óleo, palmito (pupunha) em vários níveis de densidade de plantio. É também relatado estudo sobre fertilização e densidade de plantio, curva de crescimento de plantas de pupunha em relação as densidades de plantio.
CLEMENT, C.R. 1987. Preliminary observations on the developmental curve of pejibaye (Bactris gasipaes H. B. K.) inflorescences. Revista de Biologia Tropical, v.35, n.1, p.151-153
Mediu-se o comprimento dos primórdios florais da corola de quatro plantas de pupunha. A curva de desenvolvimento é gradual dentro do palmito e acelera sensivelmente quando a folha que subtende o primórdio começa a fotossintetizar. As curvas apresentam diversas irregularidades, provavelmente, as inflorescências que abortaram.
COATES-BECKFORD, P.L.; CHUNG, P.C. 1987. A study of germination, disease, symptoms and fungi associated within pejibaye seeds. Seed Science & Technology, v.15, p.205-218
Sementes de pupunha colhidas em nove condições diferentes, em Costa Rica, foram transportadas via aérea para Jamaica para campos de produção. O peso das sementes em porcentagens, a descoloração das sementes e a germinação variaram muito entre os nove grupos. Sementes de quatro grupos que foram tratadas duas vezes com diversos produtos químicos e incubadas em caixas de plástico mostraram baixas porcentagens de germinação após 70 dias, em relação às colocadas em bandejas e tratadas apenas uma vez. Estas últimas apresentaram até 89% de germinação. Fusarium solani, um dos muitos fungos, associados às sementes, esteve presente em 80% das amostras de cada grupo e foi o patógeno mais freqüente. Foram encontradas, também, outras espécies em sementes e plântulas, o que reduziu o índice de germinação. Quatro das 67 plântulas desenvolveram-se, e, em 98 dias, mostraram os sintomas de F. solani associados às raízes.
COSTA, R.S.C.; SOUZA, V.F.; SAMPAIO. 19??. Determinação pupunha em Ariquémes-RO. Determinação da curva de produção de palmito de pupunha em Ariquémes-RO. Porto Velho: EMBRAPA-UEPAE Porto Velho. 3p
Um experimento foi instalado em solo (LA), com fatorial 3 x 3, com três repetições (espaçamento e época de corte), sem adubação e correção. Mudas de 18 meses de idade foram plantadas e, aos 14 meses de campo, foram avaliados: altura, número de folha e sobrevivência. A analise mostrou que não houve diferença estatística entre os tratamentos. Observou-se alta correlação entre número de folhas e altura. O baixo índice de sobrevivência foi devido ao ataque de voadores à região do colo da planta.
CRAVO, M.S.; MORAES, C.R.; CRUZ, L.A. 1996. Extração de nutrientes por palmito de pupunha. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 22., 1996, Manaus. Resumos expandidos... Manaus: UA. p.624
O maior produtor de palmito no Brasil é o Para, cuja matéria prima é o açaí (Euterpe oleracea), que produz perfilhos e é abundante no estuário amazônico. O açaí é característico de áreas com problemas de drenagem e não sendo promissor em terra firme. A pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) também produz perfilhos e ocorre em áreas sem problemas de drenagem. Devido a isso, seu cultivo está-se expandindo rapidamente. Mesmo assim, ainda pouco se sabe sobre suas exigências nutricionais e exportação de nutrientes pelo palmito. O objetivo deste trabalho foi avaliar as quantidades de nutrientes exportadas por palmito dessa palmeira. Foram avaliadas plantas de um palmito em monocultivo na Embrapa Amazônia Ocidental, em Manaus (Brasil), em um LA. O experimento foi dividido em seis blocos com quatro parcelas cada. De cada parcela foram coletadas quatro plantas, ao acaso, das quais foram separadas somente os palmitos brutos, sendo tomados seus pesos frescos, a produção de matéria seca e procedidas as análises dos teores totais de nutrientes. Observou-se que o solo apesar de apresentar razoáveis teores de P e K, era ácido e com elevada saturação por Al e baixos teores de Ca e Ma. A produção média de palmito bruto fresco foi de 3990Kg.ha-1, com 8,6% de matéria seca. Os teores de macronutrientes foram relativamente altos, especialmente de K. Entre os micronutrientes, os teores de B. Zn foram elevados, o que indica uma exigência maior dessa cultura por esses elementos. Os teores de todos os nutrientes encontrados foram mais baixos do que os observados em Costa Rica e em São Paulo (Brasil). Isso provavelmente devido à baixa fertilidade do solo no local deste estudo. As exportações de nutrientes foram mais baixa do que as observadas em São Paulo. Os macronutrientes exportados em maior quantidade foram K e N, semelhantemente ao observado em São Paulo. Para os micronutrientes observou-se que a ordem de grandeza de exportação foi: Fe>Zn>Mn>B>Cu, sequência semelhante também à observada em São Paulo. Esses dados sugerem que, embora as quantidades exportadas pareçam pequenas, devido a exploração intensiva dessa cultura, deve-se fazer a reposição desses nutrientes ao final de cada corte para manter constante a produtividade de palmito.
DOMINGUEZ V., J.A.; CRUZ, R. de la 1993. Competencia nutricional de Arachis pintoi Pinto como cultivo de cobertura durante el establecimiento de pejibaye Bactris gasipaes H.B.K. In: CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE BIOLOGIA, AGRONOMIA E INDUSTRIALIZACION DEL PIJUAYO, 4., 1993, San José. 4. Congreso Internacional Sobre Biologia, Agronomia e Industrialización del Pijuayo. San José: Universidad de Costa Rica. p.347-354
Arachis pintoi é uma leguminosa utilizada como cobertura viva em plantações semi-comerciais, durante o estabelecimento de cultivos perenes, no entanto, não se encontra informações básicas sobre as características dessa prática. Foram feitas pesquisas para identificar as causas de um forte amarelecimento nas pupunheiras para palmito em consórcio com Arachis pintoi. O ensaio constou de dez tratamentos, em desenho experimental completamente ao acaso, com quatro repetições. Constou de: utilização de fontes de N e P; coroamento manual ao redor das palmeiras, com e sem fertilizantes; e testemunhas com e sem cobertura. As plantas que receberam tratamento à base de nitrogênio, com ou sem coroamento, mostraram rápida recuperação em sua coloração, e crescimento similar àquelas onde não havia cobertura.
EMBRAPA. Centro de Pesquisa Agroflorestal do Acre (Rio Branco, AC). 1996. Recomendações técnicas para o cultivo de pupunha para palmito. Rio Branco. Folder.
O palmito de pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.), embora mais adocicado e amarelado que o de açaí (Euterpe oleracea), tem a vantagem de não escurecer após o corte. É uma palmeira precoce (cerca de 18 meses para o primeiro corte), comporta-se bem em solos de baixa fertilidade, responde bem à adubação, não suporta solos encharcados e tem a grande vantagem de perfilhar, produzindo de dois a quinze perfilhos/planta. Uma grande desvantagem para algumas espécies é a presença de espinhos no estipe, que dificulta a colheita e prejudica a qualidade do palmito. Para evitar tais problemas a seleção de mudas é muito importante.
ENSAYO sobre nitrogeno, fósforo y potásio en pejibaye para producción de palmito. In: ASBANA (San José, Costa Rica). Sexto Informe de Labores 1983-1984. San José. p.56-57.
Relatório sobre ensaio de NPK em pupunha para produção de palmito, onde são descritos o clima, solo e o cultivo. São descritos brevemente a metodologia empregada na colheita, no processamento dos palmitos e a descrição de alguns termos utilizados em Costa Rica.
ESCOBAR A., C.J.; ZULUAGA P., J.J.; ROJAS M., J.; YASNO C., C.A.; CARDENAS G., C.A. 1998. El cultivo de chontaduro (Bactris gasipaes H.B.K.) para fruto y palmito. Florencia-Caqueta: CORPOICA. 18p. il.
Informação específica sobre técnicas de cultivo de pupunha para fruto e/ou palmito, para difundir suas características, hábitos de crescimento e múltiplos usos. Essas informações destinam-se mais diretamente aos produtores e profissionais técnicos da Amazônia colombiana, com o fim de fornecer conhecimentos sobre o potencial desse cultivo.
ESTEVES, C.P. de; RAMIREZ N., F. 1993. Cultivo intercalados de araza (Eugenia stipitate McVaugh) y pijuayo (Bactris gasipaes H.B.K.). In: CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE BIOLOGIA, AGRONOMIA, E INDUSTRIALIZACION DEL PIJUAYO, 4., 1991, Iquitos. 4. Congreso Internacional de Biologia, Agronomia e Industrialización del Pijuayo. San José: Universidad de Costa Rica. p.301-308
Pupunha e araçá foram plantados como monocultivos e em consorciação, sob quatro tipos de manejo: 1) sistema estabelecido em uma cobertura de desmódio (Desmodium ovalifolium); 2) cultivo contínuo, no qual três colheitas de mandioca (Manihot esculenta Crantz) e duas de caupi (Vigna unguiculata L.) foram obtidas durante os estádios temporões dos plantios de pupunha e araçá; 3) sistema no qual os fertilizantes só foram aplicados após cinco anos de transplantio; 4) testemunha, na qual o controle de inúmeras ervas daninhas foi realizado quatro vezes ao ano. Os resultados nos primeiros quatro anos de crescimento indicaram qual a produção de araçá foi maior em monocultivo; no entanto, a produção de pupunha foi maior na consorciação. O crescimento vegetativo do araçá e da pupunha foi pouco afetado pelos sistemas utilizados; a produção de fruto foi variável segundo o sistema empregado. O cultivo contínuo produziu níveis de rentabilidade mais altos que os outros sistemas, devido às rendas obtidas com mandioca e caupi.
FALCÃO, N.P.S.; RIBEIRO, G.A.; FERRAZ, J. 1994. Teores de nutrientes em folhas de pupunheira em diferentes estádios fisiológicos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 13., 1994, Salvador. Resumos... Salvador: SBF. v.3, p.1143-1144. Resumo 458
Determinação da variação dos teores de macro e micronutrientes existentes nas folhas de pupunheira (Bactris gasipaes H.B.K.), em folha mais adequada para avaliação do estado nutricional desta espécie, em estudo desenvolvido em um agroecossistema (pupunha - Bactris gasipaes H.B.K., fruta-pão - Artocarpus intergrifolia, e jaca - Artocarpus incisa), denominado floresta de alimentos, com aproximadamente oito anos de idade, localizado em uma encosta sobre um Latossolo Amarelo, textura argilosa, apresentando pH (H2O) = 4,9 P (Mehlich) = 23ppm, K+0,27 meq/100cm3; Ca++=1,7 meq/100cm3; Mg++=0,22 meq/100cm3; H+=0,37 meq100cm3; Al+++=0,42 meq/100cm3, na profundidade de 0, 20cm pertencente ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), em Manaus-AM. Coletaram-se as seguintes folhas: segunda folha, a partir da flecha, apresentando todos os folíolos abertos, localizada no terço superior da copa (FN); folha adulta, localizada na porção mediana da copa (FM); e a folha localizada no terço inferior da copa, sem início do estádio de senescência (FV). Os folíolos foram subdivididos em folíolos basal (Fb), mediano (Me) e apical (Ap). As amostras foliares foram lavadas com água, colocadas para secar em estufa com circulação forçada de ar a 70ºC, até peso constante, moídas em moinho com malha de 2,0mm. As análises foliares constaram da determinação de macro e micronutrientes. Os teores de nutrientes na folha mediana ficaram muito próximos dos teores médios encontrados nas diferentes folhas para a maioria dos elementos analisados. Esses resultados são semelhantes aos encontrados para coqueiro (Cocus nucíferas, Linn, ), onde a folha de número 14, geralmente encontrada no meio da copa, é considerada como a que melhor expressa o estado nutricional da planta, e também para o dendezeiro adulto (Elaeis guineensis Jacq.), que se recomenda o uso da folha de número 17, localizada no meio da copa. Estudos mais detalhados de diagnose foliar são recomendáveis para a pupunheira, tanto para produção de frutos como para de palmito. No entanto, a semelhança das recomendações apresentadas, tudo indica que os cinco folíolos centrais da folha mediana deverão constituir a amostra de planta para fins de avaliação do estado nutricional.
FARIAS, N.A.F.; OLIVEIRA, L.A. 1994. Uso de microrganismos solubilizadores de fosfatos em pupunheira num Latossolo da região Amazônica. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE MICROBIOLOGIA DO SOLO, 3., 1994, Londrina. Resumos... Londrina: IAPAR. v.1, p147
Visa o presente trabalho, um estudo preliminar de inoculação de microrganismos solubilizadores de fosfatos na rizosfera da pupunheira (Bactris gasipaes H.B.K.), com o intuito de avaliar seus efeitos no desenvolvimento das plantas. Foi realizado um experimento em casa de vegetação, com vasos, para testar três bactérias e três fungos, que mostraram habilidade em solubizar o fosfato em meio de cultura em laboratório. Os resultados indicaram que alguns desses microorganismos, como os fungos INPA-FSF17, INPA-FSF16 e a bactéria INPA-BSF10, proporcionaram um melhor desenvolvimento das plantas, devendo-se, pois, testá-los em condições de campo para uma avaliação mais adequada de taxonomia e botânica das espécies Bactris maraja e B. gasipaes, ecologia e distribuição geográfica, usos, valor nutritivo, cultivo e métodos de propagação e importância econômica e potencial.
FELDMANN, F.; IDCZAK, E.; MARTINS, G.; NUNES, J.; GASPAROTTO, L.; PREISINGER, H.; MORAES, V.H.F.; LIEBEREI, R. 1995. Recultivation of degraded, fallowying areas in Central Amazônia with equilibrated polycultures: response of useful plants to inoculation with VA-mycorrhizal Fungi. Angewandte Botanik, n.69, p.111-118
Áreas de capoeira degradadas e abandonadas após a plantação em monocultivo de seringueiras foram transformadas em tipos de uso da terra, localmente adaptadas com características agroflorestais. Levando em consideração a importância dos fatores microbiológicos do solo para as plantas úteis do trópico úmido, fungos e micorrizas foram utilizados para melhorar o crescimento e a saúde das plantas úteis no viveiro, onde o material vegetal foi preparado antes de ser levado ao campo, e durante a fase de instalação do projeto no campo. Os efeitos do tratamento com micorrizas foram estimados no viveiro e após plantio no campo. A maioria das espécies mostraram resposta positiva no crescimento após inoculação no viveiro. A sobrevivência após transplante foi otimizada com micorrizas. A pupunha com micorrizas cresceu em altura 15% mais que pupunha sem micorrizas. A pupunha com micorrizas sobreviveu completamente, tanto com adubação completa como com 30% da adubação completa (P2O5 111g/planta; KCl 112g/planta; uréia 75g/planta; calcário 200g/planta); pupunha sem micorrizas sofreu 2% de mortalidade, tanto com adubação completa como com 30%.
FERREIRA, A.C.; COZZOLINO, K.; DOBEREINER, J. 1994. Ocorrência de bactérias fixadoras de N2 em palmeiras oleaginosas. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE MICROBIOLOGIA DO SOLO, 3., Londrina. Resumos... Londrina: IAPAR. p.79
O potencial energético do óleo obtido de certas palmeiras ainda não está sendo explorado no Brasil devido à falta de informações mais detalhadas sobre o manejo das culturas, justificando, assim, pesquisas que viabilizem a utilização de óleos de certas palmeiras para fins combustíveis, como o dendê (Elaeis guineensis Jacq.), açaí (Euterpe oleracea) e pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.), que podem produzir até 5t/ha-1 de óleo com elevado valor calorífico. Entre as diversas práticas culturais, a adubação nitrogenada se destaca como o insumo que mais onera o custo de produção, já que o balanço energético positivo (energia obtida sobre energia gasta para a produção) depende de alternativas viáveis que eliminem essa adubação. Com o objetivo de procurar alternativas para a adubação nitrogenada, foi estudada a ocorrência de bactérias fixadoras de N nas raízes e colmos das três palmeiras citadas. Foram isoladas de raízes e colmos de dendê e pupunha Azospirillum amazonense e A. lipoferum, e das raízes de açaí Beijerinchia sp., A. amazonense, A. lipoferum e Herbaspirillum sp. Das três espécies também foram isoladas bactérias diazotrópicas ainda não identificadas, possivelmente novas. Foram feitas avaliações de abundâncias e localização destas bactérias.
FERREIRA, S.A.N.; CLEMENT, C.R.; RANZANI, G. 1995. Contribuição para o conhecimento do sistema radicular da pupunheira (Bactris gasipaes Kunth, Palmae). II. Solo Latossolo amarelo, textura argilosa. Acta Amazonica, v.25, n.3, p.161-170, 1995.
A distribuição da biomassa e da área absorvente do sistema radicular da pupunheira foram estudas em um Latossolo amarelo, textura argilosa, perto de Manaus, Amazonas, Brasil. Aproximadamente 80% da biomassa encontrava-se no horizonte Ap, da qual 90%, dentro da área de projeção da copa. A biomassa total estimada pesou 72kg, com exclusão da massa logo abaixo do estipe. A área superficial das raízes aumentou significativamente conforme afastamento do estipe, devido à proporção cada vez maior de raízes terciárias e quaternárias, embora sua abundância por m3 diminuiu de forma similar à biomassa. A área superficial estimada chegou a 545m2, da qual supõe-se que 50% seja ativa na absorção de nutrientes. É suposto, ainda, que existam raízes absorventes até 8m-9m do estipe das plantas. Com base nessas considerações, é recomendado que a adubação seja feita dentro e imediatamente fora da projeção da copa.
FERREIRA, S.A. do N.; SANTOS, L.A. dos 1993. Efeito da velocidade de secagem sobre a emergência e vigor de sementes de pupunha (Bactris gasipaes Kunth). Acta Amazonica, v.23, n.1, p.3-8
As sementes de pupunha perdem rapidamente a viabilidade quando sua umidade é reduzida, dificultando o seu armazenamento e transporte. Para determinar o efeito da velocidade de secagem, as sementes foram submetidas às seguintes condições: a) meio ambiente de laboratório ; b) dessecador com sílica gel na proporção de 1:1 (por peso); c) dessecador com sílica gel na proporção de 2:1. A cada dois dias, uma amostra de cada ambiente foi utilizada para teste de emergência e determinação da umidade. Concluiu-se que: a) a viabilidade e o vigor das sementes de pupunha são dependentes da interação de sua umidade com a velocidade de secagem; b) a emergência e o vigor das sementes são afetados por pequenas reduções na sua umidade, além da velocidade com que esta é rebaixada; c) a secagem mais lenta favorece a emergência e o vigor das sementes de pupunha.
FERREIRA, S.A. do N.; SANTOS, L.A. dos 1993. Efeito da velocidade de secagem sobre a emergência e vigor de sementes de pupunha (Bactris gasipaes Kunth). Acta Amazonica, v.23, n.1, p.3-8
As sementes de pupunha perdem rapidamente a viabilidade quando sua umidade é reduzida, dificultando o seu armazenamento e transporte. Para determinar o efeito da velocidade de secagem, as sementes foram submetidas às seguintes condições: a) meio ambiente de laboratório ; b) dessecador com sílica gel na proporção de 1:1 (por peso); c) dessecador com sílica gel na proporção de 2:1. A cada dois dias, uma amostra de cada ambiente foi utilizada para teste de emergência e determinação da umidade. Concluiu-se que: a) a viabilidade e o vigor das sementes de pupunha são dependentes da interação de sua umidade com a velocidade de secagem; b) a emergência e o vigor das sementes são afetados por pequenas reduções na sua umidade, além da velocidade com que esta é rebaixada; c) a secagem mais lenta favorece a emergência e o vigor das sementes de pupunha.
FERREIRA, S.A. do N.; SANTOS, L.A. 1992. Viabilidade de sementes de pupunheira (Bactris gasipaes Kunth). Acta Amazonica, v.22, n.3, p.303-307
A viabilidade e o vigor das sementes de pupunheira estão associados à perda de sua umidade. Partindo-se de um teor de umidade inicial de 45%, foi observado que abaixo de 38% a emergência e o vigor das sementes foram afetados negativamente de maneira significativa. Abaixo de 17% de umidade a emergência foi praticamente nula. Baseados nestes resultados, pode-se enquadrar as sementes de pupunha dentro do grupo das espécies chamadas recalcitrantes.
FERREIRA, S.A. do N. 1991. Aspectos técnicos da cultura da pupunha. In: SEMINÁRIO SOBRE A PUPUNHEIRA E SUAS POTENCIALIDADES ECONÔMICAS, 1., 1991, Manaus. Anais... Manaus: SEPROR. p.1-28
Informações técnicas, baseadas em bibliografias e experiências de pessoas, visando proporcionar subsídios quanto ao manejo da pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) para a produção de frutos, descrição botânica, origem e distribuição geográfica, solo e clima, uso e perspectivas, variedades, formação de mudas, escolha e preparo de área, plantio, consórcio, produção e comercialização.
FERREIRA, S.A. do N. 1991. Aspectos técnicos da cultura da pupunha. In: SEMINÁRIO SOBRE A PUPUNHEIRA E SUAS POTENCIALIDADES ECONÔMICAS, 1., 1991, Manaus. Anais... Manaus: SEPROR. p.1-28
Informações técnicas, baseadas em bibliografias e experiências de pessoas, visando proporcionar subsídios quanto ao manejo da pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) para a produção de frutos, descrição botânica, origem e distribuição geográfica, solo e clima, uso e perspectivas, variedades, formação de mudas, escolha e preparo de área, plantio, consórcio, produção e comercialização.
FERREIRA, S.A. do N. 1988. Armazenamento e desenvolvimento do teste de tetrazólio em sementes de pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.). Jaboticabal: FCAVJ. 164p. Dissertação Mestrado.
O presente trabalho foi desenvolvido em dois ensaios. O primeiro teve por objetivo avaliar o efeito das condições de armazenamento sobre a emergência e vigor das sementes de pupunha, onde foram avaliados os tempos de secagem das sementes durante 6h, 12h, 18h, e 2h, bem como as temperaturas de armazenamento de 10ºC, 20ºC e ambiente, durante 30, 60 e 90 dias de acondicionamento. No segundo, procurou-se desenvolver uma metodologia para aplicação do teste de tetrazólio e avaliar os efeitos de temperaturas (25ºC e 30ºC), concentrações da soluções (0,1%, 0,2%, 0,5% e 1,0%) e tempos de colorização (1h, 2h, 3, 4h, 5h 6h). Os resultados permitiram obter as seguintes conclusões: a) a umidade relativa de 92% prejudicou a secagem das sementes; b) o elevado teor de umidade contribuiu para a pequena longevidade das sementes; c) o armazenamento das sementes de pupunha foi favorecido pela temperatura de 20ºC e prejudicado pela de 10ºC; d) dentre vários fungos encontrados durante o armazenamento, Thielaviopsis paradoxa aparentemente causou os maiores danos às sementes; e) é possível a aplicação do teste de tetrazólio em sementes de pupunha; f) pode-se utilizar soluções de tetrazólio variando de 0,1% a 1,0% para a coloração dos embriões de pupunha; g) de um modo geral, quanto maior a temperatura menor o tempo exigido para a coloração dos embriões; h) o período de 4h mostrou ser satisfatório para o desenvolvimento da coloração dos embriões.
FERREIRA, S.A.N. 1984/1987. A cultura da pupunheira. Manaus: INPA. Trabalho apresentado no Curso de Treinamento e Capacitação para Extensionistas da EMATER-AM. E em Informativo da Sociedade Brasileira de Fruticultura, v.9, n. extra, p.23-28, 1987.
A pupunheira (Bactris gasipaes H.B.K.) é uma palmeira do trópico americano. Na Amazônia brasileira a pupunha tem-se restringido ao cultivo de fundo de quintal. Entretanto, devido ao seu potencial econômico poderá vir a ser uma cultura agroindustrial, como alimentos para o consumo humano, como para animal, com possibilidades de gerar grandes divisas para a região. O informativo descreve a origem e distribuição geográfica, descrição botânica, variedades, solo e clima, uso e recomendações de técnicas de manejo.
FLORI, J.E.; D'OLIVEIRA, L.O.B. 1999. Cultivo da pupunha irrigada no semi-árido brasileiro. Petrolina: EMBRAPA-CPATSA. 3p. (EMBRAPA-CPATSA. Instruções Técnicas, 3)
Em estudos realizados em Petrolina, PE, os resultados de produtividade obtidos, aos três anos após o plantio (primeiro corte-planta mãe aos dois anos – mais cortes dos perfilhos em um (1) ano) foram a) em solos arenosos, em espaçamento 2m x 1m, plantas a 12cm na base, foram de 1,2t/ha de palmito extra; b) em solos argilosos e nas mesmas condições, 1,4t/ha.
FONSECA, C.E.L. da; CORREA, M.P.F.; OLIVEIRA, M.G.C. de; ESCOBAR, J.R.; DIAS, A.C. de S. 1986. Resultados técnicos preliminares do consórcio de guaraná, pupunha e maracujá. In: SIMPÓSIO DO TRÓPICO ÚMIDO, 1., 1984, Belém. Anais... Belém: EMBRAPA-CPATU. v.4, p.321-328 (EMBRAPA-CPATU. Documentos, 36). E em (EMBRAPA UEPAE Manaus. Pesquisa em Andamento, 55).
O sistema de consórcio, além do aspecto ecológico, objetiva conseguir retorno rápido ao investimento de implantação, diversificar a dieta alimentar, fixar o homem à terra, reduzir os riscos e condições climáticas e flutuação de mercado. O experimento foi instalado em março/81, abril/82 e abril/83. Guaraná e maracujá foram plantados na mesma linha, em espaçamento de 5,0m x 3,0m, e a pupunha no espaçamento 4,0m x 4,0m, conservando-se 4,0m das linhas de guaraná para as pupunhas. Não houve diferenças significativas em altura e sobrevivência para os tratamentos. O incremento médio anual em altura (IMA=2,12 m) semelhante ao índice apresentado pela pupunheira em outros sistemas de consórcio com guaraná (IMA aos 4 anos = 2,28 m). Algumas plantas iniciaram a floração a partir de 28 meses de idade. A participação do maracujá no sistema de consórcio permitiu o retorno dos custos de implantação e receita líquida de Cr$ 5.385,84 (valor em ORTN/83).
GARAICO K., C.; ESPINOZA, P.Y. 1993. Efectos del almacenamiento en frío en la concervación del chontaduro (Bactris gasipaes H.B.K.)..In: CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE BIOLOGIA, AGRONOMIA E INDUSTRIALIZACION DEL PIJUAYO, 4., 1991, Iquitos. 4. Congreso Internacional sobre Biologia, Agronomia e Industrialización del Pijuayo. San José: Universidad de Costa Rica. p.295
O armazenamento a 6*C e à umidade relativa de 70% a 75% foi a maior duração do produto, com qualidade de mercado aceitável. Nestas condições é possível armazenar pupunha em sacos de plástico por até 25 dias, sem que haja alterações significativas às características físicas e químicas. O ataque de fungos foi mais evidente no produto armazenado em sacos de plástico sem perfuros. Portanto, é necessário um tratamento com um fungicida para esse tipo de armazenamento. Para maior conservação do produto desgranado recomenda-se armazená-los com sua bráctea floral ou cálice floral remanescente, porque a ausência destes torna o fruto mais sensível aos ataques microbianos e a perdas de peso. Armazenamento ao frio até aos 25 dias, conserva a textura igual à inicial, após esse período, o fruto sofre murchamento.
GARCIA, T.B.; FONSECA, C.L. 1991. Crescimento de mudas de pupunheira em condições de viveiro coberto com palha. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v.26, n.9, p.1447-1451
Mudas de pupunheira (Bactris gasipaes H. B. K.) foram cultivadas em sacos de plástico pretos, preenchidos com terriço de mata da parte superficial do solo. O sombreamento inicial do viveiro foi de 50% e o raleamento foi gradativo até à condição de pleno sol, após sete mês e meio de plantio. A análise de crescimento foi feita a partir de dados tomados a cada 40 dias, pelo método descritivo. A taxa de média de emissão foliar situou-se em torno de uma (1) folha lançada ao intervalo de 40 dias. A aclimatação das mudas a pleno sol afeta o crescimento, diminuindo a taxa de crescimento relativo da parte aérea e das raízes. Aparentemente as mudas de pupunheira podem ser plantadas definitivamente no campo a partir do quinto mês e meio, se devidamente aclimatadas. O plantio das mudas deve ser feito no mínimo um mês e meio após a aclimatação, quando as mesmas já entraram na fase de recuperação de crescimento. O acúmulo da matéria seca na parte aérea é maior do que nas raízes.
GARCIA, T.B. 1988. Efeito do ácido indol 3-butírico no enraizamento de diferentes tamanhos de perfilho de pupunheira(Bactris gasipaes H. B. K.). Viçosa: UFV. 36P. Dissertação Mestrado.
O presente trabalho foi conduzido no viveiro de enraizamento de estacas de guaraná da Unidade de Execução de Pesquisa de Âmbito Estadual de Manaus (EMBRAPA-UEPAE Manaus), localizada no km 30 da Rodovia AM-010, Manaus, AM (Brasil). Foi estudado o enraizamento de perfilhos de pupunheira, utilizando o ácido indol 3-butírico por via seca, nas concentrações de 0ppm, 1.000ppm, 2.000ppm, 3.000ppm e 4.000ppm, e as seguintes classes de tamanho de perfilhos: de 20cm a 50cm, de 51cm a 80cm e de 81cm a 110cm. Os perfilhos foram oriundos dos Campos Experimentais do INPA e da UEPAE Manaus. A coleta foi feita pela parte da manhã e foram coletados, aleatoriamente, perfilhos de várias plantas. Após a aplicação do ácido indol 3- butírico, os perfilhos foram plantados em sacos de plástico transparentes, com aproximadamente 10cm de sua base introduzida no substrato. O substrato usado foi terriço de mata + areia lavada, na composição de 80% e 20%, respectivamente. Nas condições do presente experimento chegaram-se às seguintes conclusões: todas as concentrações de AIB estudadas tiveram efeito negativo no enraizamento da pupunheira. Os tamanhos de perfilhos que menos enraizaram foram entre 20cm e 50cm.
GERMEK, E.B.; ARRUDA, H.V.; SANTOS, R.R.; CIONE, J.; SCARANARI, H.J.; MARTINS, F.P. 1981. Comportamento da palmeira pupunha (Guilielma gasipaes (H.B.K.) Bailey) em três localidades do Estado de São Paulo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 6., 1981, Recife. Anais... Recife: SBFM. v.4, p.1198-1206
Em três localidades do Estado de São Paulo foram instalados lotes experimentais de pupunha, tendo cada um 45 plantas a pleno sol e outras 45 à sombra de calabura (Muntingia calabura L.), plantada na mesma ocasião. O estudo das medições de diâmetro, altura e volume do estipe principal dos exemplares de quatro e meio anos mostrou que o sombreamento é prejudicial ao desenvolvimento da palmeira pupunha, retardando consideravelmente o seu crescimento. Em lotes a pleno sol, o melhor comportamento observado foi em Piracicaba, tanto na uniformidade, como nas médias de diâmetro de 13,57cm, altura de 233cm e volume de 29,15dm3. Pariquera Açu teve o segundo lugar, com uniformidade intermediária e valores de 12,85 - 224 e 26,22. Jundiaí teve o terceiro lugar, o menos uniforme e com valores de 11,08 - 178 e 21,55. A palmeira pupunha mostrou possuir elevada capacidade de sobrevivência, mesmo em condições desfavoráveis de sombra, concorrência e seca.
GERMEK, E.B. 1977/1978. Cultura experimental da pupunha no Estado de São Paulo. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 4., 1977, Salvador. Anais... Salvador: SBF. p.409-411 E em O Agronômico, v.29/30, n. único, p.96-103
Com o objetivo de verificar o comportamento da pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) nas condições existentes no Estado de São Paulo, foram introduzidas sementes de Costa Rica e instalados lotes de observações de 90 plantas, em quatro estações experimentais, com plantas a pleno sol e sombreadas, em campos experimentais do Instituto Agronômico de Campinas, nas estações de Pindorama, Jundiaí, Piracicaba, Pariquera-Açu. O plano de lote foi igual para todas 45, plantas dispostas em seis fileiras de nove plantas. As sementes foram mantidas úmidas e semeadas o quanto antes. Foram posta para germinar em areia grossa lavada, colocadas em caixa de madeira, no interior da estufa, semeadas em espaçamento de 4cm e à profundidade de 2cm. A mistura para o enchimento dos recipientes foi constituída de esterco de curral bem curtido e terra (mistura previamente esterilizada em vapor de água). No substrato, incorporaram-se 50g de superfosfato e 10g de cloreto de potássio, por 20l da mistura. Durante a vegetação, na estufa, foram adubadas com sulfato de amônia de 5g por 20l de água, em diversas aplicações.
GOMES, F.P.; ALVIM, P.T. 1995. Exigências nutricionais da pupunheira (Bactris gasipaes) em solos representativos do sudeste da Bahia. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 25., 1995, Viçosa. Resumos expandidos... Viçosa: UFV/SBCS. p.918-999
O trabalho objetivou estudar as exigências nutricionais da pupunheira em atenção especial aos elementos N, P, K, Ca, e Mg e a sua tolerância à acidez dos solos da Bahia. O experimento foi conduzido em sacos de plástico, com plantas de cinco meses, onde quatro tipos de solo foram comparados: Tropudaef (CEPEC, Ilhéus), Oxisol, Podsol e Tropudaef (Una). Realizou-se calagem até o solo atingir 3meg/100cm3 de Ca + Mg; adubação N- 100ppm, P2 05 - 50ppm, K 20ppm - 60 ppm e micronutrientes como FTC. Com base nos resultados, pode-se dizer que as plantas não responderam à calagem em nenhum dos solos, a pupunheira é pouco exigente em fósforo e suspensão de N e K acarretou o aparecimento de deficiências.
GOMES, J.B.M. 1983. Pupunheira – uma planta alternativa para produção racional de palmito. Revista Brasileira de Fruticultura, v.5, n.3, p.14.
Informações técnicas sobre as vantagens da pupunheira como produtora de palmito, teores nutritivos do palmito, valor nutritivo, mercado potencial e pesquisas agronomicas em andamento.
GOMES, J.B.M. 1993. Crescimento e produção da pupunha (Bactris gasipaes Hunt) consorciada com mandioca (Manihot sculenta Crantz), urucu (Bixa orellana L.), banana pacovão (Musa x paradisiaca) e abacaxi (Ananas comosus L.) Merr. Manaus: FUA. 91p. Dissertação Mestrado.
Estudo da influência dos cultivos da mandioca, urucu, banana pacovão e abacaxi no crescimento da planta e no rendimento produtivo da pupunha, em sistema Taungya. Os resultados obtidos foram que: a) o desenvolvimento vegetativo da pupunha foi indiferente às presenças das espécies utilizadas nas consorciações; b) a produção da pupunha não foi prejudicada pelas consorciações estudadas; c) as produções das espécies consorciadas com pupunha estão próximas aos níveis das produções obtidas em monocultivo; d) consórcio mais produtivo foi pupunha x mandioca, seguido de pupunha x abacaxi e pupunha x banana pacovão; e) os consórcios que apresentaram maiores rendas brutas foram: pupunha x banana pacovão e pupunha x abacaxi; f) o uso de espécies de importância econômica em consorciação com a pupunheira possibilitaram maiores produtividades por área cultivada, com suas produções sendo adicionadas à da pupunheira.
GOMES, J.B.M. 1983. Avaliação de características agronômicas da pupunheira (Bactris gasipaes H.B.K.) para produção de palmito. Manaus: INPA. 39p. Monografia.
Com o objetivo de colher subsídios sobre a produção de palmito da pupunheira em cultivo racional, foram estudados, em condições de terra firme, alguns espaçamentos, controlando-se apenas uma planta para a primeira colheita, e dois perfilhos para a subsequente. As principais características avaliadas foram: altura e diâmetro da planta a 0,15m do solo; comprimento, diâmetro e peso do palmito comestível; pesos residuais da base e do ápice do palmito comestível; rendimento dos perfilhos com e sem falhas, além dos percentuais de planta com dois perfilhos, comparados aos obtido da planta matriz. Houve diferença significativa entre os tratamentos (espaçamentos, 1,5m x 1,5m; 2,0m x 2,0m e 2,5m x 2,5m). Estatisticamente, quando se aumenta a concentração das plantas (1,5m x 1,5m), ocorrem influências sobre o diâmetro do palmito comestível, reduzindo a média geral para 3,20cm, enquanto que 3,65cm representa a média geral para a espessura nas menores densidades estudadas. As menores densidades expressas pelos tratamentos 2,0m x 2,0m e 2,5m x 2,5m, tiveram rendimentos significativamente superiores por planta (418,0g e 415,0 g) ao tratamento 1,5m x 1,5m, que apresentou rendimento 285,0g/planta. O rendimento por hectare mostrou que os tratamentos de maior densidade (4444 plantas/ha com produção média de 1,27t) e de menor densidade (1600 planta/ha com produção média de 0,66t) diferem significativamente. A produção de palmito comestível, a partir de perfilhos com 1 ano e 8 meses, mostrou redução de 38.5%, 41.2% e 11.6%, para os espaçamentos 1,5m x 1,5m; 2,0m x 2,0m e 2,5m x 2,5m, respectivamente. A grande variação de peso do palmito comestível por plantas semelhantes indica a necessidade de seleção de indivíduos com ótimo rendimento e menos variação no peso do palmito.
GONZALEZ, G.D.R. 1992. Sistema de propagación del chontaduro (Guilielma gasipaes H.B.K.). Palmira: Universidad Nacional dE Colombia. 77p. Dissertação Mestrado.
Foram realizados ensaios na Granja Agroflorestal de Bajo Calima (Colômbia), com a finalidade de estudar os diferentes métodos de propagação da pupunha. Os métodos de propagação utilizados foram: a) propagação sexuada por meio de semente pré-germinada e sem pré-germinação, em quatro meios distintos de propagação - solo aluvial - FA, solo de terriço - F Ar, serragem de madeira e carvão moído; b) propagação assexuada, por meio de perfilhos de dois tamanhos - perfilhos de tamanhos entre 0cm - 50cm, em solos aluvião, perfilhos de 51cm - 100cm, em solo aluvião, perfilhos entre 0cm - 50cm, em serragem de madeira, e perfilhos 51cm - 100 cm em serragem de madeira. O melhor sistema de propagação foi o sexuado. A maior percentagem de germinação foi obtida com o método pré-germinativo (73,5%). Este método em combinação com o meio de propagação em solo aluvião, permitiu uma maior percentagem total de germinação (cerca de 88,7%). O método de propagação onde se obteve maior desenvolvimento e maior percentagem de germinação por semente sexuada foi com serragem. O meio de propagação onde se observou mais rápida germinação foi com carvão moído. Em nenhuma das duas médias do experimento com sementes assexuadas se obtiveram resultados satisfatórios. Foi observado um melhor desenvolvimento nos perfilhos de tamanho entre 51cm - 100cm. Tanto para propagação sexuada como para assexuada foi utilizado um desenho de distribuição totalmente ao acaso. Para o ensaio pré-germinativo de sementes sexuadas não se utilizou desenho experimental, porem as sementes foram distribuídas em quatro bolsas acomodadas em condições necessárias para alcançar germinação. Os resultados mais importantes foram: a) a propagação sexuada por meio de sementes pré-germinadas permitiu maior número de sementes germinadas; b) a combinação propagação sexuada/sementes pré-germinadas e solo aluvião permitiu maior percentagem de germinação, porém, rendimento médio; c) a propagação sexuada em meio carvão diminuiu a incidência de fungos, permitiu rápida germinação e maior desenvolvimento em altura de planta; d) a propagação sexuada sementes pré-germinadas em meio serragem permitiu diferença significativa em relação aos outros meios quanto à germinação, altura de planta e desenvolvimento radicular; d) a propagação assexuada/perfilhos destacou-se em relação às sementes pré-germinadas, em virtude dos perfilhos possuírem características agronômicas similares às da planta mãe e frutificar precocemente (ótimas vantagens para plantio comerciais). Com base nesses resultados, recomenda-se que: a) ao ser utilizada a propagação sexuada, a semente seja pré-germinada e selecionada; b) a propagação por perfilhos é a mais adequada agronômica e economicamente; c) o fruto, devido ao seu alto valor nutritivo, superior aos de outras palmeiras, deve ser incluído na dieta alimentar (humana e animal); e d) como a pupunha se desenvolve bem em locais úmidos tropicais, seu cultivo, por ser de médio prazo e de boa rentabilidade, pode ser recomendado para fins comerciais
GUZMAN L., P. 1986. Nutrición y fertilización del pejibaye. In: ASBANA (San José, Costa Rica). 7. Informe de Labores de Diversificación Agrícola 1985-1986. San José. p.41-46
Estudo sobre o efeito dos principais macro e micronutrientes no rendimento industrial do palmito de pupunha. Descreveu-se o efeito da aplicação de fósforo, nitrogênio, cálcio, magnésio, potássio, cobre, manganês, zinco sobre a produção de pupunha. A planta não respondeu a aplicação de potássio e fósforo, mas respondeu bem à adubação nitrogenada. A melhor resposta foi para nitrogênio, obtida na dosagem de 367kg de N/ha. Os parâmetros de produtividade, comprimento e peso do palmito também foram avaliados.
GUZMAN, L.P.; ZAMORA F., C. 1984. Respostas del pejibaye para palmito a la aplicación de N.P.K. In: ASBANA (San José, Costa Rica). Sexto Informe de Labores 1983-1984. San José. p.72-74
Estudo sobre o efeito dos principais macro e micronutrientes no rendimento industrial de palmito de pupunha, dentre os quais nitrogênio, fósforo, cálcio, magnésio, potássio, cobre, manganês e zinco. Não se observou resposta da planta quanto à aplicação dos elementos potássio e fósforo, mas uma boa resposta quanto à adubação nitrogenada A melhor resposta na planta para nitrogênio foi obtida na dosagem de 367kg de N/ha. Outros parâmetros de produtividade de palmito (comprimento, peso) foram também avaliados.
HERRERA, B.W. 1989. Fertilización del pejibaye para palmito. Boletim Informativo Pejibaye (Guilielma), v.1, n.2, p.4-10
Informações sobre adubação da pupunha, baseadas em um estudo básico sobre a remoção e reciclagem de nutrientes dos solos da zona atlântica de Costa Rica. Com base nos resultados, a fórmula ideal para adubação (em kg/ha/ano) é: 200-250 de N; 20 de P2O5, 160-200 de K2O, 50 a 100 de MgO, e 500-400 de CaO. Não sendo mais recomendada, para essa região, a adubação nitrogenada de 400-500kg/ha/ano.
HERRERA H., C.G. 1988. Um método prático para germinar sementes de pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.). Acta Amazonica, v.18, n.3/4, p.323-325
Neste trabalho é descrito um novo método de germinação de sementes em larga escala, em pequenas áreas, com 90% de germinação, em apenas um mês, muito bem recomendado para escalas agroindustriais.
IGLESIAS DOMIAN, G.E. 1977. Cultivo del pejibaye para palmites. Correo AgrÍcola, v.1, n.3, p.3, 15
Cultivo de pupunha para fins de produção de palmito. Trabalhos de multiplicação assexuada são promissores para obtenção de palmas mais precoces e mais produtivas. As variedades de pupunha para obtenção de plantio de boa qualidade (sabor e textura ) são as que apresentam frutos de coloração ligeiramente amarelada. São, também, abordados assuntos sobre aspectos botânicos, tratamento e armazenamento de sementes, controle fitossanitário, condições climáticas entre outros.
INPA (Manaus, AM).1996. Cultivo da pupunheira para palmito. Manaus. Folder.
Descrição da palmeira (Bactris gasipaes H.B.K.) quanto aos aspectos: características gerais, preparo de semente, semeadura, repicagem, preparo de área, tratos culturais, produtividade e colheita, em Manaus, AM.
INVESTIGAN propagación vegetativa del pejibaye. 1996 ASBANA, v.2, n.5, p.16
São apresentados breves relatos sobre a propagação assexuada em pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.), tais como: perfilhos podados, cultura de tecido, perfilho com tratamento hormonal, sem que sejas relatados os resultados obtidos.
JANOS, D.P. 1977. Vesicular-arbuscular mycorrhizae effect the growth of Bactris gasipaes. Principes, v.21, n.1, p.12-18
Estudo sobre os efeitos da micorriza vesicular-arbuscular sobre o crescimento e sobrevivência da pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) em plântulas inoculadas e não inoculadas em solo esterilizado. As plântulas não inoculadas cresceram pouco e algumas morreram após um (1) ano de plantio. Sete das nove inoculadas sobreviveram até ao final do experimento; foram significativamente mais altas, mais desenvolvidas e com mais folhas do que as não inoculadas. As raízes das inoculadas e não inoculadas tinham desenvolvido micorrizas vesicular-arbusculares e permanecido não infectadas, respectivamente. São ainda apresentadas a importância da micorriza e suas implicações para o plantio da pupunha.
JORDAN, C.B. 1970. A study of germination and use in twelve palms of Northeastern Peru. Principes, v.14, n.1, p.26-32
Informa sobre o processo de germinação de sementes de doze palmeiras peruanas, dentre as quais a pupunheira (Bactris gasipaes H.B.K.).
JORGE, J.A.; BOVI, L.A. 1994. Influência das propriedades químicas e físicas do solo no crescimento da pupunha. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FURTICULTURA, 13., 1994, Salvador. Resumos... Salvador: SBF. v.3, p.1145-1146. Resumo 459.
A palmeira pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.), fruteira nativa da região Norte (Brasil), vem sendo cultivada em várias regiões do país para a produção de palmito em larga escala. Via de regra, tem-se mostrado como uma palmeira rústica, com um bom desenvolvimento em diferentes tipos de solo e clima. No entanto, variações acentuadas de crescimento têm sido identificadas, tornando o conhecimento de suas exigências em relação a propriedades químicas e físicas do solo uma necessidade, de modo a permitir a indicação de áreas aptas ao seu cultivo. Com esse objetivo, foi realizada uma pesquisa na Estação Experimental do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), localizada em Ubatuba (Brasil), 23o27’S., 45o04’W., 6m de altitude. Nesta localidade foram selecionadas duas áreas onde a palmeira pupunha em cultivo tem apresentado alguns problemas de desenvolvimento. A primeira, onde a cultura foi implantada sem preparo de solo, em 1987, foi subdividida em parcelas de acordo com o desenvolvimento das plantas. Para o presente estudo consideraram-se, nessa área, quatro parcelas, duas boas e duas ruins, sempre baseado no critério de desenvolvimento avaliado. A segunda área amostrada era composta por ensaio instalado, em 1992, após aração e gradagem, sendo subdividida também em quatro parcelas, selecionadas de acordo com o crescimento apresentado pelas plantas durante o período. Amostras de solo para análise química das áreas selecionadas foram tomadas em duas profundidades (0cm-20cm e 20cm-40cm). As propriedades físicas do solo foram estudadas por meio dos seguintes parâmetros: taxa de infiltração de água, retenção de água, resistência à penetração e densidade do solo. A taxa de infiltração foi determinada com infiltrômetro de carga hidráulica constante, com dois anéis concêntricos (Camargo et al., 1986). Avaliou-se a frente de molhamento com um trado, observando-se visualmente até onde chegou a água adicionada. A retenção de água foi determinada em amostras indeformadas, em extratores de membrana e pratos de cerâmica, pelo método de secamento, determinando-se a água retida a 0,006 Mpa para cálculo da porosidade. A resistência à penetração foi determinada com um impacto, com as dimensões do cone padronizados pela ASAE (1969), sendo a leitura de penetração feita na própria haste, que é graduada em centímetros. A resistência à penetração foi estudada em capacidade de campo e na umidade atual do solo. Para a determinação de densidade do solo utilizou-se o método do anel volumétrico (Camargo et al., 1986). As áreas amostradas mostraram-se uniformes em relação aos teores de elementos químicos solo, com níveis baixos de todos os elementos, exceto H + Al. A saturação por bases em áreas com plantas com desenvolvimento bom e ruim foi sempre baixa, com valores variando de 11% a 23%. Especialmente na área plantada sem preparo de solo, os teores de H + Al, nas amostras onde o desenvolvimento de plantas foi bom, foram significativamente mais elevados do que nas áreas ruins. Maiores diferenças entre as áreas foram obtidas quando se analisaram algumas propriedades físicas. De uma forma geral, a porosidade total (micro e macroporosidade) foi superior nas áreas que apresentaram plantas com bom desenvolvimento do que nas áreas ruins. O inverso foi observado para a densidade do solo. A resistência à penetração, avaliada com o penetrômetro de impacto, identificou-se maior resistência à penetração nas áreas onde as plantas apresentaram menor desenvolvimento. Solos mais compactados apresentaram diminuição do diâmetro e quantidade dos poros e, consequentemente, maior resistência à penetração das raízes. Como o crescimento da parte aérea das plantas está diretamente associado à maior penetração e desenvolvimento das raízes, acredita-se ser a compactação do solo um dos principais fatores responsáveis pelo desenvolvimento apresentado nessas áreas.
KRUSE, W.; SILVA JUNIOR, J.P. da; LIEBEREI, R. 1998. Occurrence and characterization of different bacterial isolates from the rhizosphere of Bactris gasipaes H.B.K. and Theobroma grandiflorum (Willd. Ex Spring.) Schum. In: SHIFT-WORKSHOP, 3., 1998, Manaus. Program, abstracts of presentation and posters... Hamburg: GKSS. p.C14
Estudo realizado em áreas do SHIFT na Embrapa Amazônia Ocidental (Manaus, AM, Brasil) de coleta de isolados de bactérias da rizosfera de cupuaçu e pupunha para verificar a ocorrência e caracterizar os diferentes isolados.
KRUSE, W.; SILVA JUNIOR, J.P. da; LIEBEREI, R. 1998. Plant associated microbes in the rhizoshphere of Theobroma grandiflorum (Willd. Ex Spring.) Schum and Bactris gasipaes H.B.K. In: SHIFT-WORKSHOP, 3., 1998, Manaus. Program, abstracts of presentation and posters... Hamburg: GKSS. p.P21
Estudo sobre o efeito de micróbios na rizosfera de cupuaçu e pupunha em áreas do SHIFT em Manaus, AM (Brasil).
LA TORRACA, S.M.; HAAG, H.P.; DECHEN, A.R. 1984. Nutrição mineral de frutíferas tropicais I. Sintomas de carências nutricionais em pupunha. O Solo, v.76, n.1, p.53-56
Com a finalidade de se obter o quadro sintomatológico das carências nutricionais em P, K, N, Mg, S e B, assim como os níveis analíticos correspondentes, plântulas de pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.) em estádio de pré-viveiro foram cultivadas em sílica e irrigadas com as soluções nutricionais apropriadas. Foram obtidos e descritos os seguintes sintomas de carência e valores analíticos em folhas sadias e deficientes: N% 2,76-1,44; P% 0,23-0,03; K% 3,02-0,52; Ca% 0,68-0,13; Mg% 0,46-0,20; S% 0,23-007; B ppm253-38.
LE COINTE, P. 1931. Pupunha. In: LE COINTE, P. Apontamentos sobre as sementes oleaginosas, os bálsamos e as resinas essenciais, borrachas guttas balatas de floresta amazônica. 4.ed. Rio de janeiro: Departamento Nacional do Commércio. 60p.
Uma descrição da espécie Guilielma speciosa Mart. e da qualidade de seu óleo e frutos, que são de coloração amarela e sabor agradável, e também da espécie Bactris gasipaes, cujos frutos, por seu valor nutritivo, são mais usados na alimentação.
LOPES, O.M.N. 1987. Quebra de dormência em sementes de pupunheira. Macapá: EMBRAPA-UEPAT Macapá. 2p. (EMBRAPA-UEPAT-Macapá. Pesquisa em andamento, 62).
Visando desenvolver uma tecnologia de fácil acesso aos produtores da região, e que permita uma substancial redução no período de dormência de sementes de pupunha, foi conduzido na UEPAT Macapá, em área de cerrados, um ensaio em delineamento experimental, inteiramente causualizado, com os seguintes tratamentos: testemunha (representada pelo caroço: endocarpo + amêndoa), com retirada da polpa; amêndoa obtida após a retirada do endocarpo; amêndoa imersa em água quente, durante 5min; escarificação do caroço em pedra de cimento; caroço imerso em água quente, durante 5 min; caroço escarificado após imersão em água quente por 5min; caroço imerso em água quente, durante 15min; caroço escarificado após imersão em água quente, por 15min; caroço imerso em água quente, durante 30min; e caroço escarificado após imersão em água quente por 30min. A semeadura foi realizada em sacos de plástico pretos de polietileno, tendo como substrato solo superficial de campo de cerrados. Os sacos foram acondicionados em estrado de madeira suspenso, com cobertura de plástico branca. O ensaio consta de quatro repetições, sendo cada uma representada por um semente/saco de plástico. Após o início da emergência, serão efetuadas avaliações periódicas do número de plantas, para calcular o tempo médio de emergência.
MAGALHÃES, F.M.; BALDANI, J.I.; SOUTO, S.M.; KUYKENDALL, J.R.; DOBEREINER, J. 1983. A new acid-tolerant Azospirillium species. Anais da Academia Brasileira de Ciências, v.55, n.4, p.417-430, 1983.
Bactérias fixadoras de nitrogênio com características que lembram Azospirillium spp foram isoladas de solos e raízes de diversas gramíneas e de algumas outras plantas (dentre elas, a pupunha) em vários locais da Amazônia e do estado do Rio de Janeiro. De acordo com os estudos realizados, apresentaram características diferenciais de pH ótimo baixo, com pronunciada sensibilidade para reação de meio alcalino, baixa tolerância a oxigenação para fixação de N2, ou não assimilação de nitratos não denitrificador. Uma nova espécie de Azospirillium é proposta: Azospirillium amazonense.
MAIA, F.Z.; GERMEX, E.B. 1977. Palmito de pupunheira na Bahia e em São Paulo. Dirigente Rural, v.16, n.516, p.24-26
Foi verificada a possibilidade de estabelecimento de cultivo da pupunheira (Guilielma gasipaes Bailey) no litoral da Bahia e São Paulo, para extração de palmito, abrindo-se perspectivas de exploração da cultura para fins industriais e capacidade de obtenção de altos rendimentos econômicos. Considera-se a pupunheira uma investimento mais viável devido aos aspectos precocidade, rendimento, vida útil, tecnologia agrícola e adaptabilidade para indústria palmiteira. São apresentadas as vantagens em confronto com a juçara e o açaízeiro. São dadas as recomendações técnicas para a cultura, formação de mudas, preparo do solo, plantio, limpeza, adubação, desbaste, fitossanidade e colheita.
MATTHES, L.A.F.; CASTRO, C.E.F. 1987. Germinação de sementes de palmeiras. O Agronômico, v.39, n.3, p.267-277
Com o propósito de oferecer aos viveiristas e paisagista novas opções de plantas ornamentais, foram pesquisadas dezenas de espécies nativas, e, em seguida, incorporadas ao banco de plantas matrizes produtoras de sementes. Visando propagar e diagnosticar algumas espécies de palmeiras o estudo listou 282 espécies de palmeiras e o número de dias requerido para o início da germinação.
MORA URPÍ, J.; VARGAS, E.; LOPEZ, C.A.; VILLAPLANA, M.; ALLON, G.; BLANCO, C. 1982. El pejibaye San José: Universidade Nacional/Banco Nacional de Costa Rica/FAO. 15p.
O documento aborda o cultivo da pupunha, história, origem, variedades, descrição botânica, ecologia, sementes, viveiros, transplantio, espaçamento, métodos de manejo, fertilização, controle de doenças e pragas, descrição das principais pragas. Os possíveis usos do fruto, palmito, estipe, inflorescência e folhas. Um perfil econômico da pupunha no ano de 1981.
MORA URPI, J. 1979. Pejibaye: consideraciones sobre alguns projectos en marcha. ASBANA, v.3, n.7, p.5-6
Informações sobre os seguintes projetos: 1) Seleção e Banco de Germoplasma; e 2) Sombreamento, Produção e Rendimento. Destaques são dados para uma produção de 500kg/ha de frutos e 800kg/ha de palmito. Também é relatado sobre o uso do fruto, talo, pólen e inflorescência.
MORA URPI, J. 1979. Método práctico para germinación de semillas de pejibaye. ASBANA, v.3, n.9, p.14-15
As sementes de pupunha apresentam um período de latência muito variável entre plantas e mesmo dentro de uma mesma planta. A germinação de sementes em sacos de polietileno é uma prática comum e com grande vantagem sobre o leito de germinação. Primeiramente, extrair a semente do fruto, em seguida, fazer a imersão da semente em água, por dois dias, ao fim dos quais, lavar a semente, fazendo a limpeza externa, e tratar em solução fúngica, por 15 minutos. Deixar secar novamente ao ar. Conservá-las em sacos duplos para que não ressequem. Os pacotes, de aproximadamente 1kg, devem ser colados à sombra, com as bocas bem fechadas. Revisar sempre os sacos para observar o crescimento de algum fungo ou a falta de água. A maioria das sementes começam a germinar de seis a oito semanas, e aos três meses estarão germinadas.
NISHIKAWA, M.A.N.; MORO, J.R.; BANDEL, G. 1998. Cultura da pupunha para produção de palmito. Piracicaba: ESALQ. 32p. (ESALQ. Produtor Rural, v.1, n.6).
Informações sobre o potencial econômico do palmito de pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.), principais vantagens e condições para instalação da cultura, obtenção de sementes e germinação, transplante das mudas para o viveiro, plantio da cultura no campo, manejo da cultura no campo, corte, processamento e comercialização do palmito, e um pouco mais sobre o assunto.
PADILHA, N.C.C. Estimativas dos coeficientes de correlações fenotípicas e repetibilidades entre caracteres morfológicos e de produção de palmito em pupunheira (Bactris gasipaes Kunth.). Belém: FCAP, 2001, 70f. (Dissertação - Mestrado em Agronomia - Área de concentração em Biologia Vegetal Tropical)
RESUMO: Avaliaram-se as estimativas dos coeficientes de correlações fenotípicas e repetibilidades entre caracteres morfológicos e produtivos de palmito de pupunheira (Bactris gasipaes Kunth.), palmeira nativa da América tropical, que vem demonstrando grande potencial econômico, principalmente como produtora de palmito. O trabalho foi conduzido na coleção de germoplasma pertencente a Embrapa Amazônia Oriental, em Belém, PA. Objetivou-se identificar parâmetros não destrutíveis de indivíduos promissores, estimar a capacidade das plantas em repetirem a expressão de um caráter, o número de estipes necessário a serem extraídos e estimar a variabilidade genética entre plantas. Para não prejudicar o germoplasma desta coleção, foram cortadas plantas com mais de cinco perfilhos e acima de 22cm de circunferência. Somente 65 indivíduos encontravam-se aptos, extraindo 171 estipes em dezembro de 1999. A caracterização das plantas foi analisada através de estatística simples. As correlações lineares pelo método de Pearson, com significância pelo teste “t”. O coeficiente de repetibilidade, número de estipes a serem cortados e o coeficiente de determinação pela análise de variância com fatores variáveis. Observou-se grandes variações para a maioria dos caracteres morfológicos e para todos os produtivos. Os morfológicos estiveram correlacionados entre si positivamente, menos com número de estipe por planta. Todos os produtivos apresentaram-se correlacionados positivamente entre si. Com exceção do número de estipe por planta, todos os morfológicos se mostraram associados positivamente com os produtivos. As características morfológicas que exibiram os maiores coeficientes de repetibilidade foram o comprimento dos entrenós, número de pares de folíolos e o comprimento do folíolo central. O número de folhas e o comprimento da bainha foliar demonstraram o menor e o maior coeficiente de determinação, respectivamente. Apenas o comprimento da ráquis foliar apresentou um número de medições possível de ser realizado. Com relação aos produtivos, todos os coeficientes de repetibilidade e de determinação apresentaram baixas magnitudes e percentagens, e os números de medições foram altos. Conclui-se que os comprimento dos entrenós, altura do estipe e número de folhas são altamente variáveis com possibilidade de sucesso na seleção. O peso do palmito creme, do palmito total e da cabeça do palmito demonstraram as maiores variações. Todos os produtivos estiveram associados positivamente entre si e devem ser considerados como fatores de produção. O comprimento dos entrenós possui repetibilidade média e por ser característica não destrutível de fácil medição pode ser considerada na seleção. Todas as características de produção de palmito têm coeficiente de repetibilidade negligíveis, necessitando grande números de medições para expressar o seu valor real.
PADILHA, N.C.C. Estimates of coefficients correlations phenotipics and repeatability among morphological and heart of palm production characters in peach palm (Bactris gasipaes Kunth.). Belém: FCAP, 2001, 70f. (M. Sc. Thesis in Agronomy - Area of concentration in Tropical Vegetal Biology)
ABSTRACT: Correlation and repeatability coefficients were used in morphological and heart of palm production characters in peach palm (Bactris gasipaes Kunth), native palm from tropical America which has high potential in the heart palm yield. This study was carried out at Embrapa Eastern Amazon germoplasm collection, Belem-PA, and aimed to identify non-destructive parameters, repeatability coefficient (the ability to repeat the expression of the same character, vary from 0 to 1, and is related to a herdability), and minimal number of estipes to be cut. Only plants of 5 tillers and 22 cm in circumference were utilised to not damage individuals in the collection. In December 1999, 65 plants were evaluated, total of 171 stems, utilising a simple statistic analyses. The Pearson's analyses, and significance using t-test, got correlation coefficients. Repeatability coefficients, minimal stem number to be cut, and determination coefficients were obtained by analyses of variance of variable factors. Large range of variation was observed in the majority of morphological characters and all heart palm production characters. Morphological characters showed positive and significant correlation among them, except stem number per plant. All heart palm production characters showed positive and significant correlation among them. Morphological and heart palm production characters also showed positive and significant correlation among them, except stem number per plant. Repeatability coefficients were highest in internode length, number of pairs of folioles, and foliole length central. Only foliar raquis length presented a number of measurements capable to be carried out. All heart palm production characters showed low repeatability coefficients and the measurement values were very high, although cream heart palm weight, total heart palm weight, and heart palm head weight characters presented largest range of variation. It concluded that: 1) internode length, stem height, leaf of number showed reasonable range of variation, repeatability, and correlation (among heart palm production characters) and can be used in selection of heart palm yield; 2) All heart palm production characters were positively correlated among them and can be recommended as heart palm yield components; 3) internode length would be very useful to select individuals because is an non-destructive easy-measurement character, and showed media repeatability, highest correlation coefficients among heart palm production characters; 4) All heart palm production characters presented very low repeatability coefficients that imply in low herdability, therefore many mistakes can occur in the selection of the best individuals.
PANDURO RENFIGO, D.P. 1993. Propagación vegetativa de Bactris gasipaes Bailey (pijuayo). Folia Amazonica, v.1, n.2, p.17-24
Estudo sobre a propagação vegetativa da pupunha no Peru, com o objetivo de verificar o enraizamento dos perfilhos, para o que foram utilizadas pupunhas em três tamanhos e quatro períodos de enraizamento, em delineamento fatorial de 3 x 4. Foi verificado que ambos fatores influenciaram significativamente a sobrevivência dos perfilhos. As melhores respostas foram encontradas nas dominações de 0,2cm a 04,cm de altura, com dois a quatro dias de armazenamento, com 40% de pegamento. Esta taxa de sobrevivência sugere a existência de fatores ainda não determinados limitadores da aplicação técnica.
PATIÑO R., V. M.. 1979. Resumen de los conocimientos actuales sobre chontaduro. 2ª parte. Investigaciones en Colombia. Boletín Divulgativo INCIVA, n.4, p 41-55
Bactris gasipaes: descrições, condições ecológicas, cultivos, manejo de pós-colheita, usos diversos, industrialização, e pesquisas em andamento, na Colômbia.
PEREZ, J.; SZOTT, L.T.; McCOLLUM, R.E.; AREVALO, L. 1993. Effect of fertilization on early growth of pijuayo (Bactris gasipaes HBK) on na Amazon basin ultisol. In: CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE BIOLOGIA, AGRONOMIA, E INDUSTRIALIZACION DEL PIJUAYO, 4., 1991, Iquitos. 4. Congreso Internacional de Biologia, Agronomia e Industrialización del Pijuayo. San José: Universidad de Costa Rica. p.209-223
Utilização da técnica do elemento ausente para avaliar a resposta de crescimento em altura e diâmetro da planta e produção de fruto à aplicação de N, P, K e Mg, em um ultisolo na Amazônia peruana. O crescimento em altura e diâmetro esteve altamente correlacionado durante o período anterior à obtenção do diâmetro máximo (três anos após o transplantio). Houve uma resposta quadrática no crescimento da planta ao nitrogênio aplicado nesse período. A quantidade ótima observada foi de 180kg de N/ha, por ano. O crescimento em altura, depois do terceiro ano, também respondeu a N. A maior resposta foi quando da adição de 50kg N/ha, por ano; especialmente no decorrer do quarto ano. A alta variabilidade de crescimento e produção de fruto obscureceu as relações entre crescimento em altura ou produção de frutos e solo e nível foliar de nutrientes.
PEREZ, J.M.; SZOTT, L.T.; AREVALO, L.A. 1993. Pijuayo con cobertura de leguminosas. In: CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE BIOLOGIA, AGRONOMIA, E INDUSTRIALIZACION DEL PIJUAYO, 4., 1991, Iquitos. 4. Congreso Internacional de Biologia, Agronomia e Industrialización del Pijuayo. San José: Universidad de Costa Rica. p.309-322
A alta demanda de nitrogênio por parte da pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.), faz supor que associando-a com leguminosas como cobertura de solo aceleraria o crescimento em altura e diâmetro, e aumentaria a produção de frutos. Com base nessas hipóteses, foram estudados: 1) os efeitos das coberturas sobre o crescimento em altura, diâmetro, floração e frutificação; 2) o momento oportuno para associar as leguminosas. centrosema (Centrosema macrocarpum) foi a mais promissora, por produzir efeito sobre o crescimento da planta similares ao tratamento sem cobertura, porém fertilizado com nitrogênio. Desmódio (Desmodium ovalifolium) e mucuna (Mucuna cochichinensis) tiveram efeitos negativos sobre o crescimento. O rendimento de frutos foi maio na testemunha com nitrogênio, com exceção de desmódio, nos tratamentos com leguminosas, e o mais baixo com desmódio ou na testemunha sem nitrogênio. De acordo com os estudos obtêm-se melhores resultados quando o cultivo de centrosema é simultâneo ao da pupunha.
PINEDO P, M.; MELENDEZ T., W. 1993. Sobreviencia de hijuelos basales del pijuayo Bactris gasipaes H.B.K. en vivero y campo definitivo com pretratamientos enraizamtes. In: CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE BIOLOGIA, AGRONOMIA E INDUSTRIALIZACION DEL PIJUAYO, 4., 1993, San José. 4. Congreso Internacional Sobre Biologia, Agronomia e Industrialización del Pijuayo. San José: Universidad de Costa Rica. p.145-153
Neste estudo foram empregados perfilhos provenientes de plantas jovens, os quais foram submetidos a pré-tratamentos (fase de viveiro) antes do plantio definitivo no campo. O nível da biomassa radicular dos perfilhos, a aplicação de ácido indolbutírico (AIB) e de irrigação por asperesão (5seg, cada 0:30h) foram os fatores estudados durante a fase de viveiro. A biomassa radicular foi determinada por método volumétrico não destrutivo. Na fase de viveiro (três meses) a sobrevivência foi de 60%, com irrigação manual, e de 66%, por aspersão automática. O tratamento que induziu maior sobrevivência foi o de "abundante raiz/sem AIB. Ainda que nenhum dos fatores tenham influenciado significativamente a sobrevivência, o peso radicular influenciou significativamente o incremento das raízes quando a aspersão foi por aspersão. Na fase de campo, ficou comprovado o efeito de matéria orgânica adicional, na sobrevivência dos perfilhos, em comparação com o método tradicional. Ainda que o efeito da matéria orgânica tenha sido claramente positivo, não chegou a ser estatisticamente significativo. Com base nos resultados, recomenda-se que, para perfilhos com abundante raiz, devem ser plantados diretamente no campo, com matéria orgânica vegetal e baixo sombreamento. Para o caso de poucas raízes (1-3), aplicar irrigação por aspersão automatizada e AIB (5000ppm) e matéria orgânica vegetal no momento do plantio no campo.
QUINTERO R., C.A.; LOPEZ V., J.E. 1993. Propagación asexual del chontaduro (Bactris gasipaes H.B.K.). In: CONGRESO INTERNACIONAL DE BIOLOGIA, AGRONOMIA E INDUSTRIALIZACIÓN DEL PIJUAYO, 4., 1991, Iquitos. 4. Congreso Internacional de Biologia, Agronomia e Industrialización del Pijuayo. San José: Universidad de Costa Rica. p.291-292. Resumo
Em testes de propagação assexuada feita em pupunha pela eliminação da dominância apical, a planta promoveu brotos basais com maior intensidade nas primeiras semanas do experimento. A aplicação de citoquinina 6-bencilaminopurina promoveu a emissão de perfilhos laterais com relação à testemunha. O corte mecânico do ápice foi mais eficaz e mais barato para promover a rápida saída dos brotos basais, quando comparado ao método de aplicação de hormônios. A sobrevivência dos perfilhos está condicionada à formação de novos brotos radiculares, uma vez que as raízes presentes no momento da extração se decompõem rapidamente.
REATEGUI M., R. 1967. Efecto de tratamientos pregerminativos en las semillas del pejibaye (Guilielma gasipaes H.B.K. Bailey). Iquitos: Universidad de la Amazônia Peruana. 86p. Dissertação Mestrado.
Estudo sobre a germinação de sementes de pupunha.
ROTHSCHUH, A.J.; ALVARADO, H.C.; OBONDO, M.; MARTINEZ RODAS, R.; MUNOZ, R.C. 1983. Guia técnica para el cultivo del pejibaye (Bactris gasipaes H.B.K.). Nicaragua: Midinra/IICA. 24p.
A pupunha é uma planta autóctone de alto potencial alimentício e econômico para a América Tropical, pois é fonte de carboídratos, proteínas, óleos e ainda possuir alto conteúdo vitamínico, principalmente a vitamina A. É um excelente alimento para consumo humano e animal. Seu cultivo permite dois tipos de exploração: 1) produção de frutos, que são consumidos cozidos ou beneficiados para farinha; e 2) produção de palmitos. O documento descreve os fatores ambientais, manejo de uma unidade de produção, colheita, uso e industrialização.
RUIZ, P.O. 1993. El rol de las micorrizas en pijuayo (Bactris gasipaes H.B.K.). CLEMENT, C.R. 1987. Preliminary observations on the developmental curve of pejibaye (Bactris gasipaes H. B. K.) inflorescences. Revista de Biologia Tropical, v.35, n.1, p.151-153
Estudo sobre a quantificação dos níveis de infecção micorrízica em pupunha. Os níveis foram mais altos em areia-franca, quando comparada ao franco arenoso, nos dois sistemas estudados. Isto estaria relacionado com a disponibilidade de P no solo, que foi mais baixo na areia-franca. A diversidade das espécies de fungos foi diferente entre os sistemas, o que poderia estar influenciada pelas suas composições florísticas. Espécies do gênero Glomus parecem predominar em pupunha. Em um ensaio de viveiro, observou-se que temperaturas altas afetaram o desenvolvimento das plantas e das micorrizas. Outro ensaio demonstrou o efeito benéfico da inoculação e no conteúdo de nutrientes em mudas. São discutidas implicações quanto ao significado das micorrizas no crescimento inicial da pupunheira e na implicação prática dessa simbiose através do uso de inoculantes.
SILVA, I.C.; DIAS, A.C. da C.P. 1987. Intercultivo da pupunheira com cacaueiro na Amazônia brasileira: resultados parciais. Revista Theobroma, v.17, n.2, p.93-100
Tendo em vista o valor econômico do fruto e do palmito da pupunheira (Bactris gasipaes H.B.K.,) bem como sua precocidade e forma, uma pesquisa está sendo conduzida no Estado do Amazonas (Brasil), com o objetivo de determinar sua viabilidade para intercultivo com cacaueiro (Theobroma cacao L.). O experimento foi iniciado em 1980, com o estabelecimento de pupunheiras, e teve completa sua instalação dois anos após, com o plantio de cacaueiros. Neste trabalho, estão sendo avaliadas as produções de cachos e frutos de pupunheira e amêndoas (peso seco) do cacaueiro, assim como sua rizografia, ou seja, a distribuição e densidade de raízes em relação a frações do solo. Um outro parâmetro que está sendo considerado é a umidade residual do solo, obtida em diferentes profundidades e através do tempo, no período menos chuvoso no local. Os resultados disponíveis até o momento, os dados de dois anos (1985 e 1986), mostram que não há indícios de antagonismo interespecífico e que a pupunheira se apresenta, decorrido seis anos de seu plantio e quatro de consórcio, como uma alternativa promissora para a associação com o cacaueiro. Todavia, apesar dessa perspectiva, mais dados são necessários para confirmar esta espécie como componente de agrossistema, em nível de agricultor.
SILVA, M. das G.C.P.C. 1994. Cultivo da pupunheira. Boletim Informativo CEPEC, v.9, n.30.
São fornecidas informações gerais sobre a pupunheira como: produção, usos, exigência da planta, dados de exportação de palmito e de experimentos em andamento conduzidos no CEPEC sobre a caracterização do material genético, avaliação de palmiteiros, espaçamento, e manejo da cultura no campo.
SUDO, A.; SILVA, E.M.R.; BOVI, M.L.A.; ALMEIDA, D.L.; COZZOLINO, K. 1996. Produção de mudas de pupunheira colonizadas por fungos micorrízicos arbusculares. Revista Brasileira de Ciência do Solo, v.20, n.4, p.529-532. E em REUNIÃO BRASILEIRA SOBRE MICORRIZAS, 5., 1994, Florianópolis. p.70
Para avaliar os efeitos de fungos micorrízicos arbusculares (FMA) na formação de mudas de pupunheira (Bactris gasipaes H.B.K.), foi realizado em 1993 e 1994, um experimento em casa de vegetação, na Embrapa Agrobiologia (CNPAB), Seropédica, RJ (Brasil), com dois tratamentos, na presença e ausência de FMA, em delineamento inteiramente casualizado. No tratamento com FMA, adicionou-se inóculo misto de Glomus clarum Nicolson & Schench, G. etunicatum Becker & Gerdemann e Gigaspora margarita Becker & Hall, durante o transplante das plântulas para sacos de plástico contendo solo desinfetado. Avaliaram-se as mudas aos oito meses após o transplante, amostrando-se doze plantas por tratamento. As mudas colonizadas apresentaram, em média, aumentos significativos em relação às não colonizadas, de 45% em altura, 22% em diâmetro à altura do colo, 140% em matéria seca da parte aérea, 89% em matéria seca das raízes, 180% em área foliar, 40% em comprimento da ráquis do limbo da folha mais nova aberta, 70% em P total, 80% em K total, 159% em N total acumulados na parte aérea. Esses resultados preliminares indicam que a utilização de FMA na produção de mudas de pupunheira contribui para o desenvolvimento das plantas.
TEIXEIRA, N.T.; STEPHANO, R.; LA TORRACA, J.; MACIEL, C.A.C.; BOVI, M. I. L.; SERAFINI, I.F. 1995. Extração de nutrientes no período de formação de mudas de pupunha (Guilielma speciosa). In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 25., 1995, Viçosa. Resumos expandidos.... Viçosa/SBCS/UFV. p.1245-1246
Estudo sobre a extração de nutrientes de mudas de pupunha através de um ensaio em casa de vegetação, utilizando duas plântulas por vaso. Mensalmente, foram coletados dados de altura da planta, sistema radicular, peso matéria seca e fresca e análise química de N, P, K, S e B da parte aérea e do sistema radicular. O maior desenvolvimento das plantas foi entre 60 e 90 dias de idade. O maior crescimento foi nos primeiros 30 dias da instalação. A maior absorção de nutrientes foi entre 60 e 90 dias. Aos 210 dias uma planta é capaz de extrair em média: 19mg de N; 2,32mg de P; 16mg de K; 6,7mg de Ca; 6,10mg de Mg; 2,94mg de S e 0,22mg de B.
TONET, R.M.; FERREIRA, L.G. de S.; OTOBONI, J.L. 1999. A cultura da pupunha. Campinas: CATI. 44p. (CATI. Boletim Técnico, 237).
Informações sobre a cultura da pupunha (Bactris gasipaes H.B.K.), envolvendo a planta, clima, solos, formação de mudas, preparo de área, plantio, adubação e calagem, tratos culturais, pragas, doenças colheita, dentre outras, com a finalidade de oferecer subsídios aos técnicos e agricultores de São Paulo, e, com isso, seja alcançado sucesso no agronegócio.
VALVERDE, R.; ARIAS, O. 1986. Los hijos laterales en la propagación vegetativa in vitro del pejibaye. In: ASBANA (San José, Costa Rioca). 7. Informe de Labores de Diversificación Agrícola 1985-1986. San José. p.58-59
Informações sobre os principais resultados de propagação vegetativa in vitro da pupunheira efetuada no CIAT durante o ano 1985.
VIANNA NETO, R. de F.; COSTA, R.C. e S.M. 1998. O palmito pupunha, do plantio a colheita. Campinas : CATI. 25p. il. (CATI. Instrução Prática, 261).
Informações sobre o cultivo racional de pupunheira, abordando desde a produção de mudasaté a regulamentação para o seu transporte.
VIANNA NETO, R. de F.; MELEIRO, M. 1998. Pupunha. Campinas : CATI. Folder. (CATI Responde, 27).
Um resumo sobre as vantagens da pupunha para produção de palmito, quais as condições agroclimáticas ideais, como é feita a propagação, o plantio, quais os tratos culturais e de quando deve ser feita a colheita, no estado de São Paulo (Brasil).
VILLALOBOS, R.; HERRERA, J. 1991. Germinación de la semilla de pejibaye (Bactris gasipaes). I. Efecto de la temperatura y el substrato. Agronomia Cstarricense, v.15, n.1/2, p.57-62
Para avaliar o efeito de diferentes temperaturas e substratos sobre a germinação de sementes de pupunha, foram montados três experimentos. No primeiro foram avaliadas três temperaturas (ambiente, 30°C e 40°C), em diferentes períodos de tempo. A temperatura de 40°C ocasionou a morte das sementes em todos os tratamentos; não houve diferenças entre as duas temperaturas restantes. No segundo experimento, onde foram utilizadas bolsas de polietileno de duas espessuras diferentes, com substratos ( 0,17 e 0,40mm) e as mesmas temperaturas, não houve diferença entre os tipos de bolsa e a resposta à temperatura, foi similar à do primeiro experimento. No terceiro experimento foram utilizados seis diferentes substratos (três bandejas contendo areia, serragem, entre duas lâminas de polietileno, e três bolsas de polietileno com areia, serragem e substrato adicional). Os resultados foram favoráveis com a maioria dos substratos, exceto com as bolsas com serragem e em bandejas entre duas lâminas de polietileno, devido, principalmente, às dificuldades de controle da umidade. Os valores mais altos em longitude da radícula, foram encontrados nas bandejas com areia e serragem.
YUYAMA, K.; COSTA, S.S. 1994. Produção de palmito de pupunheira (Bactris gasipaes) com diferentes nümeros de perfilhos. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 13., Salvador. Resumos... Salvador: SBF. p.1139. Resumo 456.
O trabalho visou estimar o efeito de diferentes números de perfilhos por planta, na produção de palmitos de pupunheira sem controle de perfilhos. Foi utilizado plantio implantado em janeiro de 1988 e que tiveram três extrações de palmitos sem nenhum controle de perfilhos Foram avaliadas 30 plantas, sendo 19 com único perfilho, seis com dois e cinco com três. Avaliaram-se nove caracteres agronômicos: altura do corte; diâmetro da planta; comprimento de folha; números de folhas verdes por plantas perfilho; peso das folhas verdes por plantas perfilho; comprimento; diâmetro e peso do palmito e do coração. Os resultados mostraram que: o comprimento da folha foi maior nas plantas com três perfilhos; o diâmetro do palmito foi maior nas plantas com único perfilho, diferindo estatisticamente com as de dois perfilhos, mas não com as de três perfilhos; o peso e comprimento do palmito por estipe não foi significativo estatisticamente, entre as plantas com diferentes números de perfilhos, indicando que as plantas com três perfilhos são melhores para a produção de palmito; o peso de palmito correlacionou
ZAMORA F., C. 1986. Densidade de siembra de pejibaye para producción de fruta. In: ASBANA (San José, Costa Rica). 7. Informe de Labores 1985-1986. San José. p.51-52
Informações sobre o comportamento da pupunheira, durante o ano de 1985, nos diferentes parâmetros que qualificam sua produção.
ZAMORA, C. 1984. Efecto de dosis crescientes de nitrógeno, fósforo y potasio en la producción de palmito de pejibaye (Bactris gasipaes). In CONGRESO AGRONOMICO NACIONAL, 6., 1984, San José. Memórias... San José. v.1, p.46-47
Estudos sobre nutrição mineral e fertilidade do solo no cultivo da pupunha, na Estação Experimental "La Rita" da ASBANA (Costa Rica). Os níveis pesquisados foram: a) nitrogênio – 0kg, 166kg, 333kg e 500kg de N/ha; b) fósforo – 0kg e 200kg de P2O5/ha; e c) potássio – 0kg, 125kg e 250kg de K2O/ha. Foram avaliados em cada coleta os parâmetros: peso bruto, peso fresco, diâmetro bruto, diâmetro fresco, largura bruta e largura seca. Foram coletadas amostras foliares e de solo, na época de menor precipitação pluvial de cada ano. A análise dos parâmetros de produção indicou que houve resposta clara ao fertilizante nitrogenado e que as aplicações de fósforo e potássio não tiveram efeito sobre a produção. A quantidade de palmito, os pesos bruto e seco, e largura bruta foram os parâmetros que evidenciaram melhor resposta ao nitrogênio. A boa resposta ao nitrogênio é lógica por ser um elemento que mais influi sobre o potencial de produção na pupunha. A resposta negativa ao fósforo corrobora com os resultados obtidos por Zamora, realizados na Estação Experimental de Limón. A resposta negativa ao potássio pode ter sido em virtude de as plantas, neste estudo, não terem atingido o estádio de produção de frutos. A análise foliar, referente à terceira folha, apresentou os seguintes valores: 3.18% de N, 0,20% de P, 1,33% de K, 0,60% de Ca, 0,24% de Mg, 6ppm Cu, 20ppm Zn e 67ppm Mn. Esses valores refletem a existência de baixos níveis de magnésio e zinco no solo estudado.
ZAMORA F., C. 1984. Densidades de siembra de pejibaye para producción de frutas. In: ASBANA (San José, Costa Rica). 6. Informe de Labores 1983-1984. San José. p.51-52
Informações sobre o comportamento da pupunha nos diferentes parâmetros que qualificam sua produção.
ZAMORA F., C.; FLORES S., C.L. 1984. Ensayo sobre niveles de fósforo en pejibaye para palmito. In: ASBANA (San José, Costa Rica). Sexto Informe de Labores 1983-1984. San José. p.58-61
Ensaio experimento em blocos ao acaso, com quatro repetições e seis tratamentos. Em três anos e meio de produção foram realizadas dez colheitas, para uma idade final de cinco anos e meio. Durante as três primeiras colheitas foram analisados somente dois parâmetros: largura e peso de palmito. A partir da quarta colheita, mais três parâmetros foram realizados: largura, peso bruto e diâmetro. Os tratamentos que não receberam fonte de nitrogênio foram os que deram as piores respostas para todos os parâmetros avaliados.
ZAMORA F., C.; VARGAS C., A. 1984. Densidades de siembra de pejibaye para palmito com tallo doble. In: ASBANA (San José, Costa Rica). Sexto Informe de Labores 1983-1984. San José. p.49-50
Estudos sobre densidades de plantio de pupunha para palmito com talo duplo, correspondentes a quatro anos de produção, em Costa Rica..
ZAMORA F., C.; VARGAS, C.A. 1984. Densidades de siembra de pejibaye para palmito con tallo simples. In: ASBANA (San José, Costa Rica). Sexto Informe de Labores 1983-1984. San José. p.75-78
Foram estudadas densidades de plantio de pupunha para palmito com talo simples, em 19 colheitas correspondentes a quatro anos de produção. Parâmetros avaliados: peso e largura da matéria seca, bruta e número de palmitos por touceira. O melhor resultado foi com a utilização do espaçamento 1,25m x 2,0m (4000 plantas/ha). A densidade com 4000 plantas/ha foi melhor que a com 5000 plantas/ha. O custo e a manutenção do plantio com 5000 pl/ha é superior e não garante uma produção de palmitos em área similar do que pode se esperar em áreas superiores.